Páginas

Mostrando postagens com marcador e-Commerce. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador e-Commerce. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Dafiti não pode usar World Tennis como palavras-chave de links patrocinados


Para TJ/SP, direcionamento do link patrocinado favorece desvio de clientes, em ferimento à marca e concorrência desleal.

O e-commerce de moda Dafiti não poderá mais se valer de links patrocinados que, em busca pela marca World Tennis, direcionem o consumidor ao seu próprio site, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.




A determinação foi proferida pela 1ª câmara Reservada de Direito Empresarial do TJ/SP, após constatação da existência de publicidades em sites de busca da internet que estariam atrelando a Dafiti às palavras-chave "World" e "Tennis".
O colegiado ainda impôs o pagamento de danos morais e materiais à empresa, por considerar que "o direcionamento do link patrocinado favorece o desvio de clientes, em ferimento à marca e concorrência desleal".
Uso ilícito
No recurso contra decisão de 1º grau, que julgou improcedente o pedido da World Tennis, o relator, desembargador Maia da Cunha, destacou que é entendimento da Corte que "o uso ilícito e desautorizado de nome ou marca alheios nos denominados links patrocinados configura ferimento ao direito de marca, caracterizando ato de concorrência desleal, pois é capaz de confundir o mercado consumidor, caracterizando desvio de clientela".
"O conjunto probatório é suficiente para demonstrar que a requerida utilizou-se indevidamente da expressão de titularidade da autora para a divulgação de seu site na internet. Tal se afirma porque quando da elaboração da ata notarial, o resultados das buscas pela expressão 'WORLD TENNIS' traz como primeiro link aquele que, acessado, direciona o usuário ao site da requerida."
Com isso, o relator reafirmou a necessidade de se coibir a prática.
Prestígio
O magistrado ainda considerou devidos os danos materiais levando em conta que houve uso do prestígio da marca alheia para benefício de vendas da Dafiti.
Com relação aos danos morais, Maia da Cunha destacou que sua presunção decorre da insatisfação do titular da marca, "cujo prestígio se constrói ao longo de muitos anos de dedicação e investimento, e que se vê desprotegido pela usurpação por outrem".
A ação é patrocinada pelo escritório Montaury Pimenta, Machado & Vieira de Mello Advogados.
Confira a íntegra da decisão.

http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI226145,51045-Dafiti+nao+pode+usar+World+Tennis+como+palavraschave+de+links

"DAFITI NÃO PODE USAR WORLD TENNIS COMO PALAVRAS-CHAVE DE LINKS PATROCINADOS" por @FaleComWallace no #LinkedIn [https://www.linkedin.com/pulse/dafiti-n%C3%A3o-pode-usar-world-tennis-como-palavras-chave-oliveira-cruz]
Leia Mais ››

terça-feira, 1 de setembro de 2015

O que é E-Commerce?


O e-commerce, que em português significa comércio eletrônico, é uma modalidade de comércio que realiza suas transações financeiras por meio de dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores e celulares. Um exemplo deste tipo de comércio é comprar ou vender produtos em lojas virtuais.
No início, o e-commerce era utilizado basicamente para vender bens tangíveis com valores modestos, como: livros e CDs. Hoje, ele é utilizado para comercializar desde produtos que custam milhões, como: iates, carros de luxo e mansões, até produtos que há pouco tempo eram inimagináveis pela sua incompatibilidade com este tipo de comércio, como roupas, perfumes e alimentos.  


Leia Mais ››

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

MEI: uma opção para quem deseja abrir um e-commerce


contador-ecommerce

Quando montamos um empreendimento virtual, fazemos principalmente por querer uma maior independência financeira e também para “ser seu próprio patrão”. Porém às vezes a gente se esquece que, para ser o próprio patrão, é preciso pagar tributos e estar dentro das regularidades existentes. Existem diversas formas para isso, e uma delas é o MEI – Microempreeendedor Individual.
O MEI serve para aquela pessoa que trabalha por conta própria e possui um faturamento mensal de até R$ 5 mil emitido em notas fiscais. Entre as vantagens existentes no programa está na isenção de tributos federais, como o PIS, Cofins, IPI, CSLL, e Imposto de Renda. Se tornando um MEI também é possível obter um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) – o RG das empresas. Com ele é possível obter serviços diferenciados de uma pessoa física, como uma conta empresarial, ou então para assinar contratos com transportadoras e operadoras de cartão de crédito.
A taxa mensal para isso é pequena: R$ 37,20 para comércio ou indústria, R$ 42,20 para prestação de serviços, e R$ 42,20 para comércio e serviços. Com essa contribuição, o microempreendedor tem direito ao auxílio maternidade, auxílio doença, entre outros benefícios.
Após o cadastro no MEI, o empreendedor recebe um Certificado de Registro e um alvará provisório, com validade de 180 dias. Para obter o alvará definitivo, é necessário ir até à prefeitura de seu município para regular a situação. Aliás, o assunto alvará é algo pouco abordado para quem deseja montar uma loja virtual e pouca gente sabe que é necessário sim. Por mais que nossa atividade seja dentro de casa, a prefeitura precisa dar uma autorização para que o negócio siga adiante. Como estas autorizações variam de município para município, é recomendável procurar o conselho de alguma entidade local. O Sebrae pode ser uma boa fonte de aconselhamento, por exemplo.
Vantagens do MEI:
– É uma boa forma de se legalizar quando a empresa está apenas engatinhando. Quer saber como vai ser a aceitação de um produto? Tem um pouco de incerteza, e não sabe se o e-commerce é uma boa pedida para seu empreendimento? O MEI é uma boa pedida, pois é o cadastro é menos burocrático que os demais tipos de empresa.
– Não precisa contador! O empreendedor precisa enviar mensalmente Declaração Mensal das Receitas Brutas. O processo é simplificado, e pode ser feito pelo próprio dono da empresa.
– Você não precisa ser MEI pra sempre. Conseguiu um sócio? O faturamento aumentou? Daí sim você pode chamar um contador e ir atrás dos trâmites para montar uma sociedade limitada, por exemplo.
Desvantagens:
– Você não pode ter um sócio. A sigla diz Microempreendedor INDIVIDUAL, lembra?
– Apesar de ser individual, você pode contratar um funcionário. Mas apenas um. E o salário não deve ultrapassar o piso da categoria (ou um salário mínimo).

Leia Mais ››

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Roteiro Contábil para Abertura de uma loja virtual

usuario-navegando

Diariamente recebemos, em nosso Chat Consulting, dúvidas sobre os aspectos contábeis da abertura de uma loja virtual. São dúvidas referentes a quais impostos precisam ser pagos, registro de nome da empresa, perguntas concernentes a pontos burocráticos, e etc. Para trazer mais esclarecimentos sobre o assunto, resolvemos publicar algumas das questões mais comuns. Confira o resultado abaixo:
1) Para vender pela internet (ter uma loja virtual) preciso ter um CNPJ obrigatoriamente?
Sim.
2) Quais os impostos que incidem sobre uma loja virtual?
Depende. Se você se enquadrar como MEI, pagará menos de 60,00 fixo mensal. Caso se enquadre como Simples Nacional, pagará 4% de imposto, também mensalmente.
3) Quais são os passos “Contábeis” para abrir, oficialmente, uma loja virtual?
Primeiro Passo – Escolha o “tipo” da empresa.
A legislação brasileira estabelece cinco tipos de sociedade, dentre as quais a “sociedade empresária” deverá optar:
  1. Sociedade em Nome Coletivo;
  2. Sociedade em Comandita Simples;
  3. Sociedade em Comandita Por Ações;
  4. Sociedade Anônima;
  5. Sociedade Limitada.
As sociedades Anônima e Limitada são modelos nos quais os sócios têm responsabilidade limitada nas obrigações assumidas pela empresa. Esse é o modelo mais comum de sociedade no Brasil. Para termos uma ideia, segundo dados divulgados pelo Departamento Nacional de Registro do Comércio – DNRC, aproximadamente 99% das sociedades registradas, entre 1985 e 2001, foram do tipo “Sociedades por Cotas de Responsabilidade Limitada”. Os demais tipos societários possuem sócios que respondem ilimitadamente pelas obrigações sociais, portanto, não são aconselháveis.
A “Sociedade Anônima” é mais adequada às grandes empresas, devido à rigidez das regras que a regulamenta. Já aos pequenos empreendimentos a melhor opção é, sem dúvida, o tipo “Sociedade Limitada”, uma vez que possui regras mais simples que os demais modelos de sociedade, além de preservar melhor a figura dos sócios.
Segundo Passo – O Nome da Empresa
A próxima ação é definir o nome da empresa. Dependendo do tipo de sociedade escolhida, o nome da empresa pode ser em forma de: denominação social ou firma.
A sociedade limitada pode adotar tanto firma como denominação social, mas, ao final do nome, deve constar a palavra “limitada”, ou sua abreviatura “Ltda”.
A firma será composta com o nome de um ou mais sócios, desde que pessoas físicas, de modo indicativo da relação social. Ex: José Terra e Luis Marte Comércio Virtual Ltda.
A denominação deve designar o objeto da sociedade, sendo permitido nela figurar o nome de um ou mais sócios. Ex: Intergaláxia Loja Virtual Ltda.
Dica de ouro: Cuidado! A omissão da palavra “Limitada”, ou de sua abreviatura “Ltda.”, determina a responsabilidade solidária e ilimitada dos administradores que assim empregarem a firma ou a denominação da sociedade.
A inscrição do nome da empresa (firma ou denominação social) no respectivo órgão de registro (Junta Comercial) assegura o seu uso exclusivo no mesmo ramo de atividade, nos limites do respectivo Estado em que a empresa for registrada. Entretanto, caso você queira estender a proteção e o uso exclusivo do nome (marca) de sua empresa para todo o território nacional, você deverá requerer o registro no Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI.
Escolhido o nome da empresa, é preciso fazer o pedido de busca na Junta Comercial, para verificar se não há outra sociedade registrada com o mesmo nome. Essa busca é realizada mediante o pagamento de uma taxa. É muito importante também que você faça uma pesquisa no INPI, para saber se existe alguma marca registrada com nome semelhante ao de sua empresa.
Terceiro Passo – Providenciar documentação
  • Fotocópia do IPTU do imóvel onde será a sede da empresa;
  • Contrato de locação registrado em cartório (se o imóvel for alugado), ou declaração do proprietário (quando o imóvel for cedido);
  • Fotocópia autenticada do RG e CPF/MF dos Sócios;
  • Fotocópia autenticada do comprovante de endereço dos Sócios;
  • Verificar as exigências do Conselho Regional quanto à elaboração do Contrato Social, especialmente sobre formação societária e responsabilidades técnicas.
Quarto Passo – Contrato Social
Para o registro da sociedade, é preciso elaborar e apresentar o contrato social da empresa na Junta Comercial. Para você perceber o quão importante é o contrato social basta saber que ele representa para a empresa (pessoa jurídica) o que a certidão de nascimento representa para as pessoas físicas. Nesse contrato devem constar cláusulas exigidas pela legislação em vigor, que estabeleçam regras a serem observadas pelos sócios, inclusive os direitos e deveres de cada um. Recomendamos que ele seja elaborado por um advogado, entretanto, muitos contabilistas possuem modelos para este fim. Ao final, o contrato deve ser assinado por um advogado, exceto para microempresa ou empresa de pequeno porte nos termos da Lei nº 9.841/99.
Obs: Você deverá providenciar a averbação do contrato social junto ao Conselho Regional antes de registrá-lo na Junta Comercial do Estado de S ã o P a u l o – J U C E S P.
Cláusulas necessárias de um contrato social:
  1. a) Tipo societário;
  2. b) Qualificação completa dos sócios;
  3. c) Endereço completo da empresa;
  4. d) Nome empresarial (firma ou denominação social);
  5. e) Objeto social (indicação da atividade da empresa);
  6. f) Capital social (é a quantia necessária, representada por bens ou dinheiro, necessária para que a empresa inicie suas atividades);
  7. g) Valor da quota de cada sócio no capital social;
  8. h) Responsabilidade limitada dos sócios;
  9. i) Forma de convocação das reuniões ou assembleias;
  10. j) Nomeação do administrador e seus poderes (no próprio contrato social ou em documento separado);
  11. k) Participação de cada sócio nos lucros e nas perdas;
  12. l) Exclusão ou falecimento de sócio;
  13. m) Regulamentar a cessão de cotas sociais;
  14. n) Foro de eleição (indicação do juízo em que deverá ser resolvida qualquer controvérsia referente ao contrato social);
  15. o) Prazo de duração da empresa.
Para obter informações complementares, Acesse O site do Departamento Nacional de Registro de Comércio – DNRC:http://www. dnrc.gov. br/ – Clique em: Serviços-Código Civil/2002.
Quinto Passo – Órgãos de Registro
  • Registro na Junta Comercial
O registro da Sociedade Empresária é feito na Junta Comercial e deve seguir as seguintes FASES:
Depois de escolher o nome da empresa, realizar a busca do nome e providenciar a documentação mencionada, você deverá confeccionar quatro vias. Essas vias devem possuir igual teor ao contrato social, com todas as folhas rubricadas e a última assinada pelos sócios, testemunhas e advogado (micro ou pequena empresa estão dispensadas da assinatura de advogado). Em seguida, o contrato social deverá ser entregue na Junta Comercial, juntamente com os demais documentos exigidos pelo órgão.
No Estado de São Paulo, a Junta Comercial – JUCESP – traz em seu site todas as informações e documentos necessários para a constituição de uma empresa. Para tanto, basta acessar o seguinte endereço: www.jucesp.sp.gov.br. Caso não seja possível acessar o site, dirija-se ao posto da Junta Comercial mais próximo.
  • Receita Federal (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ)
Todas as pessoas jurídicas, inclusive as equiparadas (empresário e pessoa física equiparada à pessoa jurídica), estão obrigadas a se inscreverem na Receita Federal. Todas as informações e documentação necessárias ao cadastro podem ser obtidas no seguinte endereço na internet: www.receita.fazenda.gov.br. Procure no site: • Cadastros da Receita Federal• Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ• Orientações ao Contribuinte.
Caso não seja possível acessar o site, vá pessoalmente ao posto da Secretaria da Receita Federal mais próximo.
  • Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo
O fato de sua loja virtual realizar vendas de mercadorias faz com que ela seja contribuinte do ICMS e, consequentemente, está obrigada a se registrar na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Saiba que, para esse registro, será necessário que você indique o número do CRC (registro no Conselho Regional de Contabilidade) do contabilista responsável.
O registro na Secretaria da Fazenda para obtenção da Inscrição Estadual (IE), destinada aos contribuintes do ICMS, deve ser feito junto ao Posto Fiscal Eletrônico da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, pela Internet, no seguinte endereço www.pfe.fazenda.sp.gov.br • Serviços Eletrônicos – “Abertura: Deca Inicial”. Caso você tenha dúvidas sobre o procedimento, clique em “Treinamento” que o sistema irá simular o preenchimento das guias necessárias ao registro.
“O Posto Fiscal Eletrônico também dispõe de outros serviços, tais como: alteração de dados Cadastrais, a nova AIDF (Autorização para a Impressão de Documento Fiscal), sua conta-corrente com o Fisco, a possibilidade de calcular e atualizar seu débito, incluindo a impressão da respectiva GARE (Guia de Arrecadação do Estado) ou pagamento por home-banking, transmitir sua GIA (Guia de Informação e Apuração de ICMS) pela Internet. Tudo isso com segurança devido a sistema rigoroso de controle de acesso e indecifrável sistema de geração e distribuição de senhas”.
Caso não seja possível acessar o site, compareça ao posto da Secretaria da Fazenda mais próximo.
  • Inscrição na Prefeitura Municipal de São Paulo
Estão sujeitas à inscrição no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) do Município de São Paulo, as pessoas físicas e jurídicas estabelecidas no Município que desenvolvam algum tipo de atividade. Se você pretende atuar no município de São Paulo, visite o site da Secretaria de Finanças de São Paulo e obtenha maiores informações:
http://www.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/financas/servicos/guia_do_contribuinte/tributos_mobiliarios_iss.asp. A inscrição é gratuita, dispensa intermediários e deve ser procedida no prazo de 30 (trinta) dias contados do início da atividade.
Se não for possível acessar o site, dirija-se ao Departamento de Rendas Mobiliárias da Secretaria das Finanças do Município de São Paulo (Rua Brigadeiro Tobias, 691 – São Paulo).
  • Inscrição em outro Município
Se sua empresa for constituída em outro município, consulte a Prefeitura local para obter informações sobre a inscrição da mesma. Registro de Empresário O interessado em obter personalidade jurídica como empresário, deverá seguir os mesmos passos relacionados no processo de constituição de uma sociedade empresária. Entretanto, ao invés do contrato social, o interessado deverá apresentar uma declaração própria, exigida pela Junta Comercial.
A Junta Comercial do Estado de São Paulo – JUCESP, disponibilizou em seu site (www.jucesp.sp.gov.br) o programa Cadastro Digital, que permite ao usuário gerar, em disquete, informações cadastrais relativas aos arquivamentos de constituições ou anotações do Empresário. O sistema permitirá, também, que todos os formulários necessários sejam emitidos corretamente, com o mínimo de trabalho para seu operador.
Caso não seja possível acessar o site, vá pessoalmente ao posto da Junta Comercial mais próximo.
Complicado né? Mas passados todos esses passos você já poderá vender online. Empreendedor no Brasil precisa ser persistente!
E lembre-se: o comércio eletrônico operou no Brasil livremente durante alguns anos. A partir de 2010 a fiscalização aumentou e não há como escapar do “registro contábil e fiscal” da sua loja virtual. Exemplo disso é a determinação da Secretaria da Fazenda de São Paulo, que obrigou as empresas paulistas de hospedagem de sites de e-commerce a informar, até o dia 20 de janeiro 2011, os dados de usuários que fizeram vendas maiores do que nove itens de mercadorias, ou R$ 60 mil, em um dos trimestres do ano passado. As empresas que não enviaram as informações poderão ser intimadas a pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) não recolhido.
As garras do leão estão começando a alcançar o comércio eletrônico. Quem não estiver atento às exigências da Receita, que não serão poucas, não sobreviverá nesse mercado.
http://ecommercenews.com.br/artigos/cases/roteiro-contabil-para-abertura-de-uma-loja-virtual

Leia Mais ››

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Ferramentas SEO


Ferramentas
Na estratégia de marketing de busca, são necessárias ferramentas para que se possa tirar o máximo das ações tanto de links patrocinados como de otimização para busca (conhecido como SEO – Search Engine Optimization). Para facilitar o trabalho, esta página reúne alguns links. Ela será constantemente atualizada com novas ferramentas.
Alexa, PageRank e popularidade
·         Comparar popularidade no Alexa
·         Checar o Google PageRank
Palavras-chave
Robots.txt
Meta tags
·         Analisador de meta tags
Links e Backlinks
·         Validador de código do W3C
Links patrocinados


Wallace Oliveira Cruz
Leia Mais ››

sábado, 4 de julho de 2015

O que é SEO?



O significado de SEO é Search Engine Optimization. Em português ele é conhecido como Otimização de Sites, MOB e Otimização para Buscas. O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por “Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo.
O SEO surgiu com a nova geração de sites de busca. Antes dela, a organização do links em uma páginas de resultado era alfabética como nos diretórios web. Na nova geração de ferramentas de busca, o posicionamento passou a depender da relevância. Esta relevância é definida por algoritmos, que são cálculos que servem para definir o quanto uma página é importante. Um dos mais conhecidos algoritmos de busca é o Google PageRank.
Os fatores que influenciam o posicionamento das páginas são guardado a sete chaves pelos site de busca. Porém, ao longo do tempo, foi possível identificar as melhores práticas que se resumem em empregar o bom senso na criação e estruturação de um site. O SEO também depende da palavra-chave que é o termo que você usa em um busca. Dependendo de quais palavras você utiliza, serão retornadas páginas diferentes em posições diferentes.
O SEO pode ser dividido em duas partes. Fatores internos e fatores externos. Os internos são relacionados ao site. Alguns exemplos são urls claras, utilização dos padrões web, títulos de página racionais e a correta utilização das tags html que é linguagem utilizada para construir páginas web. Já a parte externa analisa como os outros sites se relacionam com o site. Os exemplos são quantidade de links apontando para o site, quais sites apontam o site e o conteúdo do link apontado. Dependendo destes fatores, as páginas são pontuadas pelos sites de busca para que ele possa determinar a relevância da pagina e quais as palavras-chave relacionadas a ela. O Google utiliza um sistema de pontuação de 0 a 10 que é o PageRank.
Existe também o lado negro do SEO conhecido como Black Hat Seo. Nele, são utilizadas técnicas que tentam enganar os algoritmos das ferramentas de busca para melhorar o posicionamento da página como uso de texto invisível ou de exibir conteúdo diferente para pessoas e sites de busca. Quando descobertos, os sites de busca podem punir os sites que utilizam estas práticas diminuindo a importância do site ou chegando a excluí-lo da sua busca.
Não se deve confundir o SEO com links patrocinados, pois no segundo você pode pagar para ter a garantia de ficar na frente de outros resultados, podendo ficar até em primeiro se estiver disposto a pagar o preço.
Wallace Oliveira Cruz
Leia Mais ››

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Conheça os 10 mandamentos de uma pequena loja virtual


Conheça os 10 mandamentos de uma pequena loja virtual

Aqui reunimos os 10 mandamentos de uma pequena loja virtual, um conjunto de alertas dirigido a quem deseja entrar no e-commerce sem o respaldo de uma marca importante, que tenha restrição de capital e admita que o bom uso deste canal de vendas implica o entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos.

Como você poderá constatar, são regras simples, que visam não só o sucesso do negócio, como também o trabalho de construção de uma reputação para a marca neste segmento.

Vale a pena conferir cada um dos 10 mandamentos de uma pequena loja virtual e incorporar estas diretrizes ao planejamento da sua loja virtual.

Redução de custos iniciais e controle de riscos

Uma plataforma de e-commerce é um sistema caro, difícil de ser mantido e, quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades, lento e sujeito a interrupções de funcionamento. A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando número de produtos, visitantes ou page views, dependendo do fornecedor. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.

Cabe ao dono da loja inserir seus itens, estabelecer as políticas comerciais como preço, prazo, frete, meios de pagamento, manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, esta proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.

Além do custo da plataforma de e-commerce, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office, sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, fiscal e contábil, com outras lojas. Este serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.

Resumindo, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções poderiam, em tese, serem terceirizadas. A primeira dica para quem quer saber como montar uma pequena loja virtual é: Faça o que você sabe fazer e terceirize o que não sabe.

Pedido registrado nem sempre é pedido faturado

Um erro muito comum entre os iniciante no comércio eletrônico é não contar com sistemas antifraudeatravés de cartões de crédito. As lojas alugadas ou o back-office oferecem este serviço através do uso de softwares altamente especializados. É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobra a despesa da loja – desprezar este filtro é fatal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.

Em um ambiente virtual a análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. O meio de pagamento mais seguro ainda é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.

Outro ponto a ser observado é que não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos, cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. Em síntese, a cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.

Como vender bem mesmo sendo pequeno?

Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, tente atuar em um segmento de produtos que não são vendidos por estas lojas ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isto implica trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela. Esta é a grande oportunidade para pequenas lojas, aproveitas as vantagens dos nichos de mercado no e-commerce.

O maior problema dos pequenos empreendedores que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar neste novo canal. Neste sentido, o compartilhamento de serviços é essencial. Para simplificar a logística externa e pagar menos frete devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m3, uma das dicas para escolher o que vender em sua loja virtual.

Especialidades exigem especificação, neste sentido, a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Exemplos de especialidade: caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.

Como tornar minha loja virtual conhecida?

O marketing digital vem se tornando muito caro e pode ter resultados desastrosos se não acompanhado pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.

No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.

Para quem vender seus produtos?

No início da operação é recomendável que você restrinja geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema, por vezes, tem que ser coletada.

É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais  problemas: qualidade da mercadoria, erros na especificação ou foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.

As devoluções e cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda. É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando, a chamada classe C está aumentando a participação. Isto tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e email para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.

O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido a fim de que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.

Cumpra sempre seus compromissos

Um dos segredos do sucesso no e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quando do fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isto parece simples, mas é onde quase todos tropeçam. O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95% e as devoluções chegam a 3.4% das vendas realizadas.

Para cumprir estas promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para tanto, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial, recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.

Segurança dos processos internos

No varejo tradicional, o cliente pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Posteriormente à finalização da compra e após o pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.

Os pilares para o sucesso desta operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.

Todas estas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas.

Atrasos são culpa sua

O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora. Assim, tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho.

Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.

Trabalhar a ansiedade do cliente

Tenha certeza que seus clientes adoram acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.

Para administrar essa ansiedade, seu sistema deve informar no mínimo itens como data de recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.

O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja

Assim como no varejo físico, no e-commerce é imprescindível conhecer o Código de Defesa do Consumidor. Ele baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nele constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega, arcar com as despesas de coleta em caso de devolução etc.

Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.

Por Fernando Di Giorgi 


Leia Mais ››

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Vantagens do e-commerce de nicho


Conheça as vantagens do e-commerce de nicho, lojas virtuais dedicadas a um público específico, e saiba por que esse é um dos melhores segmentos para os novos empreendedores online que desejam montar uma loja virtual de sucesso.

Conheça as vantagens do e-commerce de nicho, lojas virtuais dedicadas a um público específico, e saiba por que esse é um dos melhores segmentos para os novos empreendedores online que desejam montar uma loja virtual de sucesso.

As vantagens do e-commerce de nicho e os caminhos para o sucesso nesse segmento


Para o pequeno e médio empresário, as vantagens do e-commerce de nicho o transformam na melhor opção para conquistar um espaço em um mercado tão competitivo quanto o do comércio eletrônico brasileiro.
Desde que Chris Anderson, em seu livro A Cauda Longa, definiu os nichos de mercado na Internet como o segmento mais lucrativo para os novos empreendedores online, as virtudes e vantagens do e-commerce de nicho vêm sendo amplamente debatidas em diversos artigos em sites especializados.
Mesmo no Brasil, é possível encontrar diversos nichos de mercado no e-commerce que possuem um ótimo potencial de crescimento e muitas vezes não foram se quer explorados de maneira profissional, como o e-commerce GLBT e lojas virtuais voltadas para a terceira idade.
Vejamos algumas das principais vantagens da atuação em um e-commerce de nicho para o novo empreendedor online.

Diferenciação dos outros grandes players

Uma das vantagens do e-commerce de nicho é criar uma diferenciação dos grandes players que vendem praticamente de tudo e não são especialistas em absolutamente nada. Esse posicionamento pode ser usado a seu favor.
Quem opta por trabalhar em nichos de mercado tem a oportunidade de se tornar uma referência em seu segmento de atuação, o que desperta o interesse dos consumidores em serem atendidos por uma loja especializada.

Economia em termos de plataforma de e-commerce

Conheça as vantagens do e-commerce de nicho e por que ele é o mais indicado para pequenos e médios empresários
Atualmente o mercado brasileiro conta com uma infinidade de fornecedores de plataformas de e-commerce com as mais diversas configurações, recursos e, é claro, preços.
Trabalhando em um mercado menor e muito bem definido, as necessidades de recursos da plataforma serão igualmente menores e mais adequadas.
Uma das vantagens do e-commerce de nicho é que sua plataforma de e-commerce precisará de menos recursos do que se fosse trabalhar com um universo mais amplo de produtos e clientes, o que demandaria funcionalidades extra, que encareceriam o sistema de e-commerce.

Posicionamento preciso da marca

Atuando em um mercado de nicho, sua marca pode assumir um posicionamento muito mais preciso o que facilita bastante o trabalho de comunicação com os clientes e a criação de uma imagem forte nesse segmento.
Essa é uma verdadeira estratégia de ganha-ganha, pois além de facilitar e baratear o trabalho de divulgação da empresa na internet, ainda agrega valor na eventualidade de venda do negócio futuramente.

Melhor percepção do público e produtos

Entre as diversas vantagens do e-commerce de nicho está a oportunidade de ter uma melhor percepção do público-alvo e dos produtos que realmente fazem sucesso entre essas pessoas. No e-commerce de massa, a variedade de Personas de Marketing, torna essa percepção bem mais difícil.
Identificar as necessidades dos consumidores é um dos melhores caminhos para a criação de uma loja virtual de sucesso e o trabalho com um segmento muito específico, como no caso dos nichos de mercado, torna essa tarefa muito mais fácil, devido a proximidade com seus clientes.

Redução dos custos de marketing online

Outra grande vantagem do e-commerce de nicho é a redução dos custos de divulgação da loja virtual. O custo de divulgação de um e-commerce está intimamente relacionado ao público que é preciso atingir e o fato de trabalhar com um público menor é um ponto a seu favor.
Trabalhando com um público mais segmentado você tem a oportunidade de criar ações de marketing digital mais focadas e integradas entre os diversos canais, reduzindo assim os custos que seriam bem maiores se tivesse que trabalhar com um leque maior de potenciais consumidores. Uma vantagem que você só encontra trabalhando com nichos de mercado.

Fidelização mais eficiente

Nos dias de hoje a fidelização dos clientes desempenha um papel importante para o sucesso de uma loja virtual. Com os custos de divulgação de uma empresa na Internet aumentando, conquistar um novo cliente fica cada vez mais caro, por isso é muito mais inteligente fidelizar seus clientes já conquistados.
Uma das vantagens do comércio eletrônico de nicho é que diante de uma concorrência menor, aliado a um conhecimento mais profundo sobre hábitos, costumes e preferências dos clientes, é muito mais fácil fidelizar seus seu público, através da criação de um relacionamento mais próximo e constante. 
Wallace Oliveira Cruz
Leia Mais ››