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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Xiaomi chega ao Brasil com smartphone de R$ 500



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Smartphone RedMi 2 será o primeiro vendido no Brasil

São Paulo - Fabricante chinesa de smartphones, conhecida por seus aparelhos de baixo custo, a Xiaomi fez sua estreia no mercado brasileiro nesta terça-feira (30) em um evento repleto de fãs, parceiros de negócios e imprensa.
A empresa, que adotará o codinome “Mi” no Brasil, anunciou que o primeiro aparelho que será vendido no país será o Redmi 2, um aparelho de gama intermediária com recursos avançados que custará 500 reais à vista ou 540 reais em 10 vezes.
Com esse lançamento, a empresa irá concorrer com a Motorola e com a Asus, que vendem, respectivamente, o Moto G e o Zenfone 5, que têm recursos semelhantes.
As vendas serão realizadas no site da empresa, mi.com, a partir de 7 de julho, às 12h. O registro para os interessados em adquiri-lo será iniciado hoje, às 16h.
Mi Band
A pulseira de monitoramento de exercícios Mi Band também chega ao Brasil, com um preço de 95 reais. O acessório se conecta a smartphones Android e iOS por Bluetooth 4.0 e detecta atividades físicas, como caminhadas e corridas, bem como a qualidade do sono.
Para isso, o produto tem um acelerômetro, o mesmo componente usado pelos celulares para que joguemos games que têm controles por movimentação com o aparelho, como Real Racing 3 ou Asplhat.
O mercado nacional contava com outros concorrentes nesse segmento, como a Máquina, da empresa do bem, que custa 230 reais, e a SmartBand, da Sony, vendida por 400 reais. O preço da Mi Band é o mais baixo no momento.
Mi Power Bank
O terceiro produto que a Mi venderá no Brasil é o Mi Power Bank, uma bateria portátil que tem capacidade de 10 400 mAh.
O produto será vendido por 99 reais, novamente, um valor abaixo de concorrentes como a TP-Link, que vende um acessório semelhante por cerca de 150 reais.
Lançamento
“É uma honra fazer esse lançamento no Brasil, falando em português”, afirmou Hugo Barra, vice-presidente da Mi, responsável pela expansão internacional da marca. “O Brasil é o nosso primeiro mercado fora da Ásia...e, gente, o Brasil é o Brasil, né?”
Barra, ex-vice-presidente do Android, no Google, é brasileiro e, portanto, foi o executivo escolhido para conduzir toda a apresentação da Mi em São Paulo, no Shopping Vila Olímpia.
A Mi leva entre 12 e 18 meses para criar novos smartphones, com o que a empresa chama de “engenharia de precisão”. A estratégia da marca é deixar os aparelhos à venda por um período maior do que as demais fabricantes.

Dessa forma, os acordos com fornecedores são melhores e a redução do custo é repassada ao consumidor. Outro fator que contribui para a queda dos preços dos dispositivos da marca é o fato de não investir em marketing, a não ser nas redes sociais.

Xiaomi, a 'Apple chinesa', chega ao Brasil com smartphone por R$ 500

Fabricante de celulares e tablets adota estratégia de preços agressivos.
Redmi 2, aparelho lançado, tem capacidade para dois chips 4G.


Hugo Barra, vice-presidente de expansão internacional da Xiaomi, anuncia lançamento da marca no Brasil (Foto: Cesar Soto/G1)
 Hugo Barra, vice-presidente de expansão internacional da Xiaomi, anuncia lançamento da marca no Brasil (Foto: Cesar Soto/G1)

Xiaomi, conhecida como a “Apple chinesa”, chega ao Brasil com uma estratégia agressiva para conquistar sua fatia no mercado nacional. A fabricante asiático anunciou nesta terça-feira (30), em um evento oficial de lançamento da marca em São Paulo, que já fabrica e lançará em julho no Brasil o smartphone Redmi 2 por R$ 500.

Além do celular, com especificações medianas e preço de modelo de entrada, a empresa chinesa também confirmou o lançamento de sua "smartband", a Mi Band, por R$ 95, e de sua bateria recarregadora, a Mi Power Bank, por R$ 100.

O Redmi 2 começará a ser vendido a partir de 7 de julho apenas na loja virtual da empresa. Para comprar o aparelho, é necessário realizar um registro no site. Não será possível por enquanto encontrar os aparelhos da empresa em lojas de varejo ou de operadoras, mas, segundo o vice-presidente de expansão internacional da Xiaomi, o brasileiro Hugo Barra, a situação pode mudar no futuro.

Entre os principais atrativos do Redmi 2 está a capacidade de equipar o celular com dois chips 4G ao mesmo tempo, algo muito raro no mundo dos celulares.
Para ter noção da competitividade do preço do modelo, aparelhos com especificações similares, como o Moto G, da Motorola, podem ser encontrados por cerca de R$ 700. O Moto X, um modelo um pouco superior, não é encontrado por menos de R$ 1 mil.

Redmi 2 é o primeiro aparelho da Xiaomi lançado no Brasil, por R$ 500 (Foto: Divulgação)Redmi 2 é o primeiro aparelho da Xiaomi lançado no Brasil, por R$ 500 (Foto: Divulgação)

















Pablo Araujo Carneiro

Barra explica que, para conseguir um valor tão baixo no Brasil, a Xiaomi se apóia na fabricação nacional e no modelo de negócios da empresa. Essa estratégia inclui as vendas online e tentar baixar ao máximo o custo do aparelho aos consumidores.

Com a chegada da Xiaomi ao Brasil, o país se torna não só o primeiro mercado em que a empresa passa a atuar fora da Ásia, mas também o primeiro produtor fora da China.

“A gente economiza principalmente ao não gastar com compra de mídia tradicional. A marca aposta mais no investimento em redes sociais”, explica. Segundo ele, os fãs brasileiros são os mais engajados do mundo -- tanto que foi necessária a realização de uma segunda sessão de apresentação para aqueles que ficaram de fora do teatro com capacidade para mais de 800 pessoas.

Ele também aproveitou a ocasião para explicar a escolha do aparelho, em detrimento de um modelo top de linha, capaz de brigar com o iPhone 6s, da Apple, e Galaxy S6, da Samsung.

“Se entrássemos com um topo de linha, mesmo que custasse menos, vamos dizer R$ 1 mil, ainda não seria acessível para todos, e não era o que nós queríamos”, conta Barra, que coordena as investidas da empresa para além de seu mercado local. Ele deixou em 2013 o Google, onde liderava o desenvolvimento do Android, especialmente para a missão.
“A Xiaomi é uma empresa muito focada. A gente gosta de focar em um modelo. Por enquanto vamos focar no Redmi 2, então ainda não temos previsão de lançamento de outros modelos”, afirma.
Fonte:
[1] http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/chamada-de-mi-xiaomi-estreia-no-brasil-com-smartphone-de
[2] http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/06/xiaomi-apple-chinesa-chega-ao-brasil-com-smartphone-por-r-500.html
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Conheça os 10 mandamentos de uma pequena loja virtual


Conheça os 10 mandamentos de uma pequena loja virtual

Aqui reunimos os 10 mandamentos de uma pequena loja virtual, um conjunto de alertas dirigido a quem deseja entrar no e-commerce sem o respaldo de uma marca importante, que tenha restrição de capital e admita que o bom uso deste canal de vendas implica o entendimento de suas regras de funcionamento e de processos específicos.

Como você poderá constatar, são regras simples, que visam não só o sucesso do negócio, como também o trabalho de construção de uma reputação para a marca neste segmento.

Vale a pena conferir cada um dos 10 mandamentos de uma pequena loja virtual e incorporar estas diretrizes ao planejamento da sua loja virtual.

Redução de custos iniciais e controle de riscos

Uma plataforma de e-commerce é um sistema caro, difícil de ser mantido e, quando feito em casa, em geral, é pobre em funcionalidades, lento e sujeito a interrupções de funcionamento. A maneira mais barata de ter uma loja virtual é alugá-la, pagando número de produtos, visitantes ou page views, dependendo do fornecedor. Normalmente, há um valor inicial, perto de R$ 6.000,00, e uma mensalidade variável segundo o número de visitantes a menos de um piso mínimo.

Cabe ao dono da loja inserir seus itens, estabelecer as políticas comerciais como preço, prazo, frete, meios de pagamento, manter a vitrine etc. Assim como no varejo tradicional, muitos clientes entram na loja, mas poucos compram. No comércio eletrônico, esta proporção é de 100 para 1, o que explica o custo baseado no número de visitantes.

Além do custo da plataforma de e-commerce, podem-se compartilhar os demais custos logísticos e uso do sistema de back-office, sistema que controla o atendimento integral do pedido, inclusive o financeiro, fiscal e contábil, com outras lojas. Este serviço está começando a ser oferecido no Brasil e é muito comum nos Estados Unidos.

Resumindo, o dono da loja seria responsável por aquilo que ele acha que possui: o talento comercial. As demais funções poderiam, em tese, serem terceirizadas. A primeira dica para quem quer saber como montar uma pequena loja virtual é: Faça o que você sabe fazer e terceirize o que não sabe.

Pedido registrado nem sempre é pedido faturado

Um erro muito comum entre os iniciante no comércio eletrônico é não contar com sistemas antifraudeatravés de cartões de crédito. As lojas alugadas ou o back-office oferecem este serviço através do uso de softwares altamente especializados. É útil lembrar que a operadora de cartão reembolsa o cliente em caso de fraude e cobra a despesa da loja – desprezar este filtro é fatal. O percentual médio de pedidos rejeitados por fraude gira em torno de 6%.

Em um ambiente virtual a análise de risco se assemelha muito à tradicional análise de crédito, porém com outros critérios por não depender do histórico de pagamentos e ser orientada para pessoas físicas. O meio de pagamento mais seguro ainda é o boleto, porém ele é usado em menos de 15% das vendas.

Outro ponto a ser observado é que não é somente a análise de risco que filtra os pedidos incluídos, cerca de 30% dos pedidos que não foram considerados como fraude são rejeitados por impossibilidade de pagamento. Em síntese, a cada 100 pedido incluídos, somente 64 pedidos são faturados.

Como vender bem mesmo sendo pequeno?

Uma regra básica é evitar a competição com grandes lojas, ou seja, tente atuar em um segmento de produtos que não são vendidos por estas lojas ou, se vendem, não têm muita profundidade. Isto implica trabalhar com especialidades e ter uma grande diversidade dentro dela. Esta é a grande oportunidade para pequenas lojas, aproveitas as vantagens dos nichos de mercado no e-commerce.

O maior problema dos pequenos empreendedores que se dedicam a nichos de mercado é que não contam com a infraestrutura logística e de controle para operar neste novo canal. Neste sentido, o compartilhamento de serviços é essencial. Para simplificar a logística externa e pagar menos frete devem ser evitados itens com peso acima de 30 kg e/ou volume acima de 0,1 m3, uma das dicas para escolher o que vender em sua loja virtual.

Especialidades exigem especificação, neste sentido, a descrição técnica do item é fundamental para comunicar segurança ao cliente e demonstrar a seriedade da loja. Exemplos de especialidade: caça e pesca, material elétrico, material eletrônico, autopeças, ferramentas e materiais para marcenaria, equipamentos esportivos para esportes radicais etc.

Como tornar minha loja virtual conhecida?

O marketing digital vem se tornando muito caro e pode ter resultados desastrosos se não acompanhado pela estabilização dos processos logísticos. Investir pouco e ter a prudência de estabilizar os processos logísticos é o caminho mais seguro.

No e-commerce, a melhor propaganda é a boa referência. Manter um bom atendimento é a melhor receita para o crescimento. Um cliente satisfeito induz outros a comprarem.

Para quem vender seus produtos?

No início da operação é recomendável que você restrinja geograficamente o mercado. A internet tem acesso universal, porém a mercadoria vendida tem que ser entregue e, eis o problema, por vezes, tem que ser coletada.

É importante frisar que a devolução é muito mais frequente no comércio eletrônico do que no varejo tradicional e tende a crescer com o aumento da consciência dos direitos do consumidor. Além disso, há mais  problemas: qualidade da mercadoria, erros na especificação ou foto da mercadoria induzindo o cliente a se enganar.

As devoluções e cancelamentos devem ser previstos na formação de preço de venda. É bom lembrar que o cliente do e-commerce está mudando, a chamada classe C está aumentando a participação. Isto tem um significado muito forte em termos do perfil da oferta e da importância de informações ao cliente por meio de chat, telefone e email para explicar como comprar, obter detalhes das especificações etc.

O aumento da abrangência geográfica de mercado deve ser compatível com o aumento do volume de vendas de modo a diluir os custos da reversa. É importante estabelecer um valor mínimo para o pedido a fim de que as despesas de transporte e financeiras não comprometam a margem.

Cumpra sempre seus compromissos

Um dos segredos do sucesso no e-commerce é cumprir os compromissos assumidos com o cliente quando do fechamento do pedido: prazo e entrega da mercadoria em bom estado. Isto parece simples, mas é onde quase todos tropeçam. O índice de pontualidade de entrega dos líderes de mercado é de 95% e as devoluções chegam a 3.4% das vendas realizadas.

Para cumprir estas promessas, deve-se evitar vender antes de comprar e não vender mais do que o estoque disponível. Para tanto, é necessário segregar estoque disponível para a venda não presencial, recomendação dirigida a quem compartilha o estoque com a venda presencial.

Segurança dos processos internos

No varejo tradicional, o cliente pega fisicamente a mercadoria, leva-a até o caixa, embala e realiza o transporte. No e-commerce, ele compra baseado numa foto e na crença da existência de estoque. Posteriormente à finalização da compra e após o pagamento, a “pegada” da mercadoria, a conferência, a embalagem e o despacho são realizados pela equipe interna do lojista.

Os pilares para o sucesso desta operação são: a coerência entre a informação de estoque e o estoque físico, a facilidade de acesso à mercadoria, a rigorosa conferência da mercadoria com o pedido quando da embalagem, a correta identificação do volume com dados necessários à transportadora e a formação de carga com emissão de romaneio para conferência do carregamento.

Todas estas atividades, obrigatoriamente, têm que serem feitas num prazo preestabelecido e com exatidão. Elas constituem o principal entrave organizacional das pequenas lojas. A desatenção ao processo físico de atendimento condena o esforço de vendas.

Atrasos são culpa sua

O prazo de entrega é composto do prazo de atendimento físico somado ao tempo de trânsito da transportadora. Como se nota, o maior dos prazos depende do desempenho da transportadora. Assim, tão importante quanto ter processos seguros é contratar transportadoras confiáveis e controlar seu desempenho.

Para tanto, é necessário conhecer o tempo de trânsito de cada transportadora para cada região de destino, controlar a data de transferência da mercadoria para a transportadora e a data em que a entrega foi realizada.

Trabalhar a ansiedade do cliente

Tenha certeza que seus clientes adoram acompanhar o atendimento de seus pedidos. Para isso, é importante que o lojista tenha condições de responder o estágio em que se encontram cada um dos pedidos a atender, estejam eles em atendimento físico ou em poder da transportadora.

Para administrar essa ansiedade, seu sistema deve informar no mínimo itens como data de recebimento do pedido, aprovação do pagamento, entrega à transportadora e conclusão da entrega.

O tratamento das exceções sinaliza a seriedade da loja

Assim como no varejo físico, no e-commerce é imprescindível conhecer o Código de Defesa do Consumidor. Ele baliza toda a política de atendimento ao cliente. Nele constam direitos associados à venda não presencial: aceitar devolução até 7 dias da entrega sem questionar o motivo, aceitar devolução por defeito até 30 dias da entrega, arcar com as despesas de coleta em caso de devolução etc.

Os operadores de SAC devem ser capazes de manter cliente informado sobre o processo de atendimento, ter agilidade nos processos de devolução e cancelamento de venda, estar atentos a críticas e registrá-las, liberar crédito e/ou pedido de troca somente após a chegada da devolução.

Por Fernando Di Giorgi 


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Conhecimento e Relacionamento, um caso de Sucesso


 

Fala-se muito sobre o poder da educação; de que ela pode mudar um país, o mundo ou mesmo o destino de uma empresa. Talvez este seja um momento delicado para se falar sobre o assunto, visto os recentes embates entre professores e governo.
Mas, na prática, o que significa educação dentro das empresas? E o que isto tem a ver com relacionamento?
Tive uma experiência recente que pode ajudar a ilustrar…
Depois de 18 anos de casado, algumas coisas começam a envelhecer. É a geladeira que já faz mais barulho do que devia, a máquina de lavar que já está com as “mãos” cansadas de tanto esfregar e, obviamente, a cama – que já não tem o mesmo conforto de anos atrás.
Na decisão do que seria o próximo utensílio da lista a ter uma nova roupagem, a cama foi a escolhida da vez. Decisão tomada, foi o momento de ir “a campo” para encontrar a melhor opção. Naquele momento, já tinha a referência de três lojas e alguns preços que havia visto nas vitrines.
 
Segui então para a primeira loja…
 
20150527 - Leonardo Barci - Conhecimento e Relacionamento, um caso de Sucesso
 
Ao entrar, quando o vendedor me perguntou que tipo de produto eu estava procurando, passei a referência de tamanho de cama e faixa de preço que estava disposto a investir. Enquanto caminhávamos pela loja, ele me fez algumas perguntas, mais como um diálogo do que como um questionário pronto que ele estivesse lendo em algum lugar. Da infinidade de opções que haviam ali disponíveis, curiosamente ele me apresentou apenas três modelos.
Ao final, perguntei sobre o preço de cada uma delas, e a primeira opção era quase duas vezes e meia a referência que eu havia passado. Preferi ficar um tempo em silêncio enquanto ele falava sobre os valores.
Depois de muitos números, desconto daqui e dali, ele me apresentou o valor da última opção que era quase o valor exato da referência que eu havia lhe dado. Ele me convidou a sentar para formalizar a proposta e teve a oportunidade de me passar mais detalhes sobre o que havia me mostrado.
Ao sair da loja, já estava com a decisão tomada de comprar ali ou não mais trocar o colchão. Senti o forte impulso de parar minha pesquisa naquele momento. Fiquei intrigado: “O que houve para eu mudar de ideia e já ter tomado a decisão? ”.
Percebi algumas coisas que poderiam facilmente ter passado despercebidas pelo olhar menos atento:
·         O vendedor realmente me ouviu. Ele repetiu ao final o preço que eu havia lhe passado e disse que tinha, sim, produto para me oferecer dentro da faixa que eu estava procurando, mas era importante que eu ficasse atento ao que eu estava comparando em outras lojas;
·          
·         Ele estava preparado sob o ponto de vista de produtos e concorrência. Me apresentou uma amostra de seu produto e uma amostra das espumas de colchões de desconto e mostrou que, a curto prazo eles eram iguais, mas que, em pouco tempo, um colchão de desconto não iria manter as mesmas características;          
·         O talentoso vendedor mostrou uniformidade e segurança nas informações. Ele disse que a marca dispunha de cinco lojas na cidade e que eu poderia pesquisar os preços, porém os valores seriam os mesmos. Me entregou um impresso com o orçamento do que havia me apresentado até aquele momento e, naturalmente simpático, me convidou a voltar à loja, pois a venda era comissionada;          
·         A marca fez diferença. Ao sair da loja, me dei conta de que a marca era a mesma do colchão que eu tinha em casa. Percebi que a marca tem o seu devido peso na decisão do cliente;         
·         Este vendedor recebeu treinamento e apoio do fabricante para exercer o seu trabalho. Embora o vendedor estivesse um pouco nervoso – e não posso dizer que fosse o melhor profissional comercial que já tive oportunidade de conhecer – senti como se a marca e a empresa o estivessem respaldando para que seu trabalho fosse realizado da melhor forma possível.
Após refletir, pedi para minha esposa voltar à loja e verificar qual das opções ela achava melhor. A escolha dela não foi (o que era esperado) nem a mais barata, nem a mais confortável, mas a mais bonita! A mim pareceu um pouco estranho, já que todos nós passamos quase um terço de nossas vidas deitados sobre um colchão. Como o modelo faria diferença na nossa decisão? Descobri por fim, que a razão e a emoção às vezes se encontram; às vezes apenas se esbarram!
 

Leonardo Barci -  Exame Blogs
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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Mídia social, o segredo da automação de marketing



Mídia social, o segredo da automação de marketing

Nos últimos anos, as cartas para jogar no mundo dos negócios estão misturadas. Mude a maneira como você trabalha, precisa de mudanças, as ferramentas e os clientes. Como lidar com a mudança na chave de marketing? Uma solução eficaz para ter na mão o seu mercado alvo é a Automação de Marketing.
Um recurso de software que ajuda as empresas a gerenciarem todos os aspectos da comunicação: telefone, e-mail, aplicativos da Web, que favorecem o compartilhamento de informações dentro e fora da empresa, e também permite o estabelecimento de relatórios personalizados e exclusivos de os seus clientes.
Esta função tornou-se totalmente disponível para empresas de todos os tamanhos e indústrias. Hoje não é difícil de fazer mensagens ad hoc, que ajudam os clientes a interagirem com as empresas os acompanhando passo a passo até a venda dos produtos.
Qual é o segredo? Muito está no campo das mídias sociais: é por esses meios que você pode envolver mais pessoas, promovendo o estudo e a adoção de métodos adaptados às necessidades de cada contato.

Como automação de marketing


Um sistema deste tipo será o apoio no planejamento e implementação de campanhas promocionais (escolha dos alvos, a definição dos canais promocionais, dotação orçamental) e, no caso do uso de canais digitais diretos, tais como e-mail e SMS, também lhe dará a capacidade de monitorar continuamente os resultados de suas campanhas. 
Através da Automação de marketing pode-se automatizar o processo de diálogo com o cliente aproveitando as diversas possibilidades de interação, e reduzir o custo e o tempo de implementação de projetos no âmbito do marketing.

Automação de marketing e redes sociais. Aqui está um exemplo prático

Social-mediaAutomation
Com a automação de marketing, pegando os dados corretos sobre as perspectivas dos clientes chegará a bons resultados. Primeiro de tudo, você pode segmentar seu público com base no tipo de cliente a atingir; então você pode “chegar” através de mensagens de e-mail em seus eventos e mensagens a título pessoal, que ajudam a construir uma relação de confiança entre os clientes e sua marca.
Perceba que mensagens podem bater os interesses dos clientes em todas as etapas do processo de vendas dos produtos, vai ajudar o seu público a voltar para você. Quer apostar? Aqui está um exemplo prático.
Tomamos um jovem chamado Marco que conhecia o seu produto quando ele estava à procura de informações no Google. Uma vez feito isto, Marco começou a “brincar” com o seu site, tornou-se familiarizado com a marca e começou a receber os seus serviços e produtos.
Depois de duas semanas, durante o qual Marco coloca questões interessantes através da Rede Social, decide baixar uma apresentação do produto. Três dias depois, Marco recebe um e-mail o convidando a participar de uma discussão via web para saber mais sobre o tema específico de interesse.
Marco está ativamente envolvido e, na manhã seguinte, é enviado um segundo e-mail que fornece links para materiais adicionais. Uma semana depois, outra oferta com um desconto sobre o produto que ele está interessado. Ele pode não estar pronto para prosseguir a compra, mas, intrigado com a oferta, e irá clicar na página e doar os ganhos sociais de qualquer maneira para o seu negócio. 
Através deste processo, você chega mais perto da compra, mas sem ser agressivo. 
Esta é uma estratégia de sucesso real de que não basta anunciar um produto, mas destina-se a estabelecer uma relação única e exclusiva com o seu cliente.

Redes Sociais e automação de marketing uma grande combinação

A Automação de Marketing tem como objetivo crescer e liderar as vendas. Para fazer isso, é importante que as mensagens certas sejam lançadas no melhor momento. E é aqui que vem poderosamente o papel do marketing de mídia social que pretende chegar a novas perspectivas para que você possa interagir com o cliente ajudando e o levando à venda de seus produtos.
As mídias sociais permitem que as empresas construam relações de confiança e reconhecimento, deixar de dar importância aos potenciais clientes de modo a torná-los cientes. É importante conhecer o público que você está alvejando, porque, quanto mais informações você tiver sobre seus contatos mais fácil será implementar estratégias de vendas para o sucesso. Ao ligar o seu Automação de marketing para mídias sociais terá uma ótima maneira de coletar informações dos clientes, informações que serão essenciais para otimizar seu processo de negócio.

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terça-feira, 5 de maio de 2015

10 citações inspiradoras para empreendedores


10 citações inspiradoras para empreendedores



Iniciando sua startup ou procurando um pouco de inspiração para continuar, aqui vais 10 citações inspiradoras para empreendedores.
1 – “Sua reputação é mais importante do que seu salário, e sua integridade vale mais do que a sua carreira.” -RyanFreitas, co-fundador do About.me
2 – “Sempre procure por um louco no negócio. Se você não encontrar, é você. “- Mark Cuban, presidente da AXS TV e empresário.
3 – “Seja inegavelmente bom. Nenhum esforço de marketing ou jargão nas midias sociais pode ser um substituto para isso.”- Anthony Volodkin, fundador da Hype Machine.
4 – “O dinheiro é como a gasolina durante a viagem. Você não quer ficar, mas também não quer fazer um tour de postos em postos. “- Tim O’Reilly, fundador e CEO da O’Reilly Media.
5- “Se você não pode alimentar uma equipe com duas pizzas, é muito grande. “- Jeff Bezos, fundador e CEO da Amazon.
6- “Não se preocupe com pessoas roubando seu trabalho. Preocupe-se com o dia que elas pararem. “- Jeffrey Zeldman, empreendedor.
7 – “Persiga uma visão, não o dinheiro, o dinheiro vai acabar seguindo você. “- Tony Hsieh, CEO da Zappos.
8 – “O valor de uma ideia reside na utilização dela.”- Thomas Edison, co-fundador GE.
9 – “Faça todos os detalhes perfeitos e limite o número de detalhes para perfeito.” – Jack Dorsey, co-fundador do Twitter.
10-  “Seu trabalho preenche boa parte de sua vida e a única maneira de ficar realmente satisfeito é fazer o que você acredita ser um ótimo trabalho. E a única maneira de fazer um excelente trabalho é amar o que faz. “- Steve Jobs, co-fundador da Apple.

http://startup101.com.br/marketing-e-vendas/10-citacoes-inspiradoras-para-empreendedores 
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