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sábado, 29 de agosto de 2015

Cerveja Brett IPA, da Way Beer, chega ao mercado


Brett_IPA

A Way Beer lança a cerveja Brett IPA em garrafa de 375 mililitros. Com 6,9% de álcool, a Brett IPA era produzida apenas como chope. A bebida é produzida com uma trinca de lúpulos (Galaxy, Columbus e Citra), em um processo de fermentação 100% com Brettanomyces (um tipo de levedura), que inspira o nome da cerveja.  Para concluir a produção, a cerveja passa por um período de refermentação na garrafa.

“A Brett IPA tem uma história muito legal. É fruto dos estudos rotineiros que realizamos na fábrica. Aos poucos, sempre disponibilizada em chope, ela foi chamando a atenção e recebendo muitos elogios do público nos eventos em que a Way Beer estava presente. Foi aí que acatamos os pedidos dos nossos clientes e sentimos que estava na hora de colocar uma edição especial da cerveja no mercado”, diz Alejandro Winocur, sócio-proprietário da Way Beer.

A garrafa da Way Beer Brett IPA é decorada com o sistema ACL – Applied Ceramic Labeling (serigrafia). 

 O layout foi desenvolvido pela Komm Design.

http://www.embalagemmarca.com.br/2015/07/cerveja-brett-ipa-da-way-beer-chega-ao-mercado/
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quarta-feira, 29 de julho de 2015

Volkswagen toma lugar da Toyota como maior montadora do mundo


Vendas do Grupo VW chegaram a 5,04 milhões no 1º semestre.

Número inclui as marcas Audi e Porsche, entre outras.

Vendas do Gupo Volkswagen superaram a Toyota no 1º semestre (Foto: REUTERS/Toru Hanai/Files)



Vendas do Gupo Volkswagen superaram a Toyota no 1º semestre (Foto: REUTERS/Toru Hanai/Files)
O Grupo Volkswagen tomou pela primeira vez o lugar da Toyota como a maior montadora mundial em vendas, de acordo com dados do primeiro semestre do ano, conquistando uma ambição de longa data 3 anos antes da meta, segundo a agência Reuters.
A maior montadora japonesa disse nesta terça-feira ter vendido 5,02 milhões de carros entre janeiro e junho, uma queda de 1,5% em comparação com o mesmo período do ano passado e inferior aos 5,04 milhões de veículos vendidos pela Volkswagen anunciado em 17 de julho.
A montadora alemã vem aumentando sua escala sob os 8 anos de administração do presidente-executivo Martin Winterkorn, impulsionado pela adição de marcas e fábricas além da ampliação das vendas na China.
As vendas do Grupo VW, que também incluem as marcas de luxo Audi e Porsche, mais que dobraram no ano passado, chegando a 10 milhões de veículos, enquanto o lucro quase triplicou para 12,7 bilhões de euros (US$ 14 bilhões).
"A VW está capturando a coroa de vendas em tempos difíceis com os maiores mercados automobilísticos em declínio," disse o chefe do centro de gerenciamento automotivo, um grupo de pesquisa próximo a Colônia, Stefan Bratzel.
  



Ranking
A norte-americana General Motors (GM) liderou o ranking global de vendas por décadas, até ser deixada para trás pela Toyota em 2008, segundo a Associated Press (AP).

A "coroa" voltou para a GM em 2011, quando a produção da Toyota foi afetada pelo tsunami, mas no ano seguinte o grupo japonês retomou o primeiro lugar - posição que manteve nos últimos 3 anos.
O resultado do primeiro semestre aponta para uma direção, mas as posições podem mudar até o final do ano. Em 2014, a corrida foi bem próxima, com a Toyota emplacando 10,23 milhões de unidades, enquanto a Volkswagen somou 10,14 milhões, e a GM, 9,92 milhões.
http://g1.globo.com/carros/noticia/2015/07/volkswagen-toma-lugar-da-toyota-como-maior-montadora-do-mundo.html
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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Concessionária de Confins admite preços 20% acima do mercado e anuncia medidas para redução

Levantamento realizado pelo site Mercado Mineiro a pedido do Estado de Minas, mostra que lanche em Confins custa até 360% mais que na capital

Edésio Ferreira/EM/D.A Press


A concessionária que administra o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, admitiu nesta quinta-feira que os preços praticados por alguns comerciantes do terminal são de fato, acima do mercado. Em audiência pública, realizada na manhã desta quinta, a BH Airport, responsável pela gestão de Confins, explicou aos deputados da Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que os valores cobrados pelas bebidas, comida e estacionamento no aeroporto estão além dos praticados no mercado e que medidas estão sendo tomadas para reduzir a diferença.

O relações institucionais da BH Airport, Guilherme Motta Gomes, afirmou que os contratos atualmente vigentes foram “herdados” da Infraero, sem cláusulas de regulação de preços. Ele reconhece que algumas lojas oneram entre 15% e 20% os preços em relação a outros lugares de Belo Horizonte. Mas, segundo ele, já estão em andamento licitações para ocupação dos espaços e os novos contratos, que devem estar em vigência até novembro, exigirão dos comerciantes a prática de preços compatíveis com o mercado geral.


De acordo com pesquisa realizada pelo site Mercado Mineiro a pedido do Estado de Minas, o tradicional pão de queijo não custa menos de R$ 4,50 no terminal. O levantamento comparou os preços praticados em Confins e na Região Central de BH. Na cidade, o quitute mineiro pode ser encontrado pelo preço médio de R$ 1,31, variação de 243,51% em relação ao aeroporto. No entanto, a maior disparidade nos preços, de 360,40%, foi constatada no misto quente, vendido pela média de R$ 3,03 nas lanchonetes e a cerca de R$ 13,95 no terminal.

Ainda na assembleia desta quinta-feira, Guilherme Gomes informou que outra estratégia da concessionária, é ampliar a diversidade de produtos para estimular a concorrência e, naturalmente, pressionar a redução dos preços. Guilherme afirmou também que estão sendo realizadas negociações com os comerciantes atuais para que sejam oferecidas promoções diárias.

Sobre os preços do estacionamento, o representante da administradora apresentou uma tabela com os valores em Confins, inferiores aos praticados na maioria dos aeroportos brasileiros. No terminal, o valor da hora é R$ 8 e da diária, em média, R$ 40, variando com o local escolhido. No Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, os valores são, respectivamente, R$ 10 e R$ 50; no Galeão (Rio de Janeiro), R$ 14 e R$ 61; em Guarulhos (São Paulo), R$ 12 e R$ 45; e, em Brasília, R$ 10 e R$ 36.

Durante a assembleia, o relações institucionais da BH Airport sugeriu ao consumidor a opção das máquinas automáticas para fugir dos preços altos no aeroporto. Segundo Guilherme, elas apresentam valores razoáveis. Entre os exemplos apresentados, a garrafa de 500 ml de água mineral custa R$ 3; refrigerante lata, R$ 4; suco, R$ 4; sanduíche, R$ 8; e café expresso, R$ 2. Ele afirma que existem máquinas colocadas em 15 pontos diferentes do terminal.


http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2015/07/02/internas_economia,664424/concessionaria-de-confins-admite-precos-20-acima-do-mercado-e-anuncia.shtml
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