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sexta-feira, 10 de julho de 2015




Com a expansão do e-commerce, oferecer descontos, variedade de produtos e facilidades como frete grátis já não bastam para se destacar no mercado. Para avaliar a experiência do brasileiro nas compras online, foi realizada a pesquisa inédita “Experiência no Ecommerce” (www.experiencianoecommerce.com.br), feita com 100 dos principais varejistas virtuais do país.

O realizador do levantamento é João Leão, um dos pioneiros do estudo da experiência do consumidor no Brasil, com mais de dez anos de atuação no setor e à frente da consultoria PGeC (www.pgec.com.br). Durante trinta dias ele fez aquisições de baixo valor em cada uma das lojas e testou a experiência do cliente, devolvendo os produtos após recebê-los. Com isso, analisou o setor em três aspectos: facilidade na compra, relacionamento com o usuário e logística.

Entre os resultados da pesquisa está a falta de inovação dos layouts, que seguem os mesmos padrões, e a ausência de ferramentas que simplificam a realização do pedido: apenas 16% das lojas apresentam login social (acesso com o perfil de redes sociais), 14% o one-click checkout (compra em uma única página), e somente 4% têm guest checkout (compra sem cadastro). “Entre os destaques negativos estão sites com cadastros extensos que exigem informações supérfluas, como FAX ou órgão emissor do RG”, afirma Leão.

Quanto ao relacionamento com os consumidores, o levantamento indica que 55% dos e-commerces possuem chat online e, entre esses, 84% ofereceram atendimento rápido. No entanto, em um caso o pesquisador caiu em uma fila de 307 pessoas. Com relação ao e-mail o prognóstico é um pouco mais negativo: 30% dos avaliados não responderam às mensagens e 48% das respostas não resolveram o problema.

Na logística, o resultado é melhor: 86% dos pedidos chegaram dentro do prazo de entrega, a maioria deles, inclusive, com antecedência. Também não há o que reclamar quanto aos produtos, todos vieram intactos e corretos. Porém, a maioria chegou em embalagens comuns. Apenas duas lojas mandaram caixas coloridas, que se destacam. “Isso exemplifica como é fácil cativar o cliente com um esforço pequeno, basta querer se diferenciar”, diz Leão.

As lojas que participaram do Experiência no Ecommerce foram selecionadas a partir do ranking Internet Retailer – Top 500 Latin America 2014. Na metodologia foram excluídos e-commerces de setores como flores e alimentos, assim como os que não trabalham com produtos abaixo de R$ 100. “A média do desempenho das lojas não é muito boa. Mas, por outro lado, isso mostra que há um espaço grande para melhorar, com mudanças simples”, explica o realizador do estudo. Os resultados completos estão disponíveis no site.  

Fonte: Divulgação   
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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Mobile representou 14% das vendas online no primeiro trimestre de 2015

O recente estudo State of Mobile Commerce, realizado pela Criteo, revelou dados importantes sobre as mudanças de comportamento do consumidor online brasileiro.

De acordo com os dados obtidos, somente durante o primeiro trimestre de 2015, o mobile foi responsável por 14% das transações no e-commerce nacional. Com isso, a expectativa é de que os dispositivos móveis sejam responsáveis por até 22% da realização das compras online até dezembro de 2015.

O número é expressivo se comparado aos índices obtidos nos Estados Unidos: as vendas por dispositivos móveis já ultrapassou os 30%, e neste cenário, foram efetivadas 40% das vendas de seus principais varejistas.
A pesquisa avaliou 1,4 bilhões de operações de compras online. Entre consumidores que efetivaram as transações pela internet, 10% finalizaram o processo utilizando smartphones e 4% via tablets.

Quanto aos principais sistemas operacionais atuantes no e-commerce brasileiro, o Google levou a melhor no País: foram 7% de compras finalizadas via Android, contra 3% realizadas via iOS.

As categorias de mercado mais bem-sucedidas nas conversões realizadas por smartphones e tablets feitas em todo o mundo são “Moda e Luxo” e “Travel”. Outra categoria que chamou a atenção pelo seu crescimento nas vendas mobile foi a “Home”, que saltou rapidamente dos 17% para os 21%.

A nova fronteira do e-commerce

A expansão mobile é inevitável. No Brasil, a estimativa é que 22% das compras sejam efetuadas dessa forma até o final do ano, e que cheguem a até 40% em escala global.

Um dos fatores que pode influenciar essa mudança no comportamento dos consumidores é sua interação com os apps, que chegam a gerar até 50% da receita de empresas que utilizam o recurso em suas vendas online. Os resultados são tão positivos que os aplicativos geram uma performance melhor até que os desktops.

Além disso, o estudo também revelou que quanto maior for a otimização de um site para operar em dispositivos móveis, mais a taxa de conversão aumenta. Ou seja, o varejista que se preparar adequadamente para mobile terá mais chances de sucesso nas suas vendas.    
 
Fonte: Precifica        


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