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quarta-feira, 8 de julho de 2015

5 dicas para obter tráfego no Twitter


5 dicas para obter tráfego no Twitter

Twitter é uma das mais poderosas ferramentas disponíveis no mercado para obter tráfego, se utilizado corretamente. Na verdade isso não se aplica apenas aos negócios, se você é um blogueiro ou tem algum site, em tudo o Twitter pode ser uma extraordinária ferramenta de tráfego.
O Twitter se tornou uma parte essencial do meu tráfego, estratégia que traz visitantes para o meu site todo mês. A beleza do Twitter é que ele é gratuito e você obterá o tráfego instantâneo quando promover seus links.
O problema é saber como você pode ser destaque em meio a tantas pessoas, sendo que algumas só usam o Twitter para fazer spam . Parece que todo mundo está usando o Twitter para tentar vender alguma coisa, infelizmente a maioria das pessoas fazem uma abordagem de comercialização no caminho errado. Irei compartilhar algumas dicas para garantir que você se destaque da multidão.

1. Dê valor ao seu perfil!

Uma das melhores maneiras para se destacar da multidão é dar valor. Isso significa dar informações valiosas, informações úteis, e deixe a sua personalidade mostrar o que você diz.
Valor pode ser em forma de “Informações” ou Links Rápidos de informação que as pessoas consideram benéfico.

2. Interaja com, as pessoas da sua rede!

Lembre-se, Twitter é uma rede social e se você não estiver interagindo com seus seguidores, se você deixa suas contas inativas por muito tempo vai obter uma reputação ruim e as pessoas não darão muita importância quando você promover conteúdo
Uma maneira muito bacana de interagir é fazer perguntas a outras pessoas e encorajá-los a fazerem perguntas a você .
Ao fazer isso você se torna conhecido como uma conhecedor de determinado assunto e isto pode aumentar a sua credibilidade quando você enviar conteúdo a seus seguidores.

3. Proteja sua Reputação!

Esta é uma dica essencial, quando você está no Twitter, seja você mesmo, você estará fazendo seu Branding, se você firmar sua marca na rede com certeza sempre será lembrado sobre aquele assunto que você domina.
Um dos maiores erros das pessoas que estão usando Twitter fazem , é que eles se envolvevem com as conversas sobre temas sociais, tais como política, religião, e outros temas controversos. Ter opiniões sobre estes temas é bom , mas se lembre dos seus seguidores no Twitter, se não você estará misturando pareceres fora do seu nicho de mercado, você pode perde a credibilidade com essa parte do seu mercado.
Para proteger seus interesses comerciais e sua reputação, é melhor não se envolver com esses assuntos publicamente. Acredite em mim, é fácil entrar nestes debates quando você tem sentimentos fortes. No entanto, você pode estar arriscando seus lucros e perder credibilidade com o seu seguidor de base, então pense antes de se envolver pode ser uma péssima decisão.

4. Seja Consistente com seus tweets!

Embora existam muitas maneiras para automatizar a sua presença noTwitter, o melhor é a retirada de pelo menos 30 minutos todos os dias para responder perguntas e interagir com pessoas no Twitter, ou se você não tem tempo para interagir coloque uma pessoa que seja responsável por ler os posts, responder as perguntas. Um dos maiores segredos para as empresas utilizarem eficazmente é a consistência.
Sendo consistente você ajuda a você mesmo construir credibilidade e confiança com seus seguidores. Ao fazer isto, as pessoas realmente aguardam seus tweets para ver o que você irá disponibilizar de conteúdo.

5. Post Links úteis, não apenas links de Vendas

Uma das coisas que vejo é que muitas empresas de cada setor, a maioria sempre coloca links promocionais tentando vender alguma coisa. Seja generoso e envie links para recursos úteis e as informações relativas à sua indústria, mesmo que não seja a sua informação.
Se você trabalha, por exemplo, com Indústria de Aço, então post links sobre o mercado metalúrgico, quando está preço do aço , etc., fazendo isto você ganha credibilidade as pessoas estarão mais propensas a confiar em você.
Estas são apenas algumas dicas rápidas que eu escrevi para ajudá-lo, certifique-se que você esteja aplicando pelo menos duas dessas dicas , e deixe-me saber como essas dicas têm sido bem sucedidas para você!
http://startup101.com.br/marketing-e-vendas/obter-trafego-twitter?utm_content=bufferdbf87&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer
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Por que o treinamento é tão importante na área de vendas?


         
Por Enio Klein

Desde que passei a atuar em vendas, há mais de 20 anos, a ladainha é quase a mesma: se por um lado, empresas investem um bom dinheiro em programas de treinamento, por outro, profissionais de vendas os desdenham. Ano após ano, os programas se repetem, mas o desempenho não melhora. Na prática, participar destes treinamentos parece não ter levado os profissionais a venderem mais. E, cada vez mais, estes profissionais dão pouca importância a eles.

Da mesma forma que não adianta um velocista estar à frente em uma pista de corrida sem estar preparado, não basta a um vendedor aparecer na frente do cliente sem saber o que fazer e apenas improvisar. Pode ser, que por sorte, até tenha resultados satisfatórios. Mas, para um profissional de sucesso, resultado satisfatório é muito pouco. E hoje, um profissional de vendas precisa ter sucesso para sobreviver.

Então, por que você, profissional de vendas, deveria dar mais importância a isso?

Um argumento que escuto muito de vendedores mais antigos é que a intuição e experiência é que são importantes. O resto, o campo e o dia a dia na frente do cliente vão “dizendo” o que precisa ser feito. Certo. Não posso discutir isto. A sua experiência, intuição e o bom senso o trouxeram até aqui. Como negar o seu valor? Porém, aprender técnicas que permitissem validar tudo isto, aliadas aos anos de prática consolidada e comprovada no mercado, só poderia trazer benefícios, certo? Sempre há gatos cujos pulos a gente não conhece. E eles podem ser a diferença entre a média e o topo!

Existe também aquele profissional que acabou de começar e que acredita precisar de um tempo para vivenciar, conhecer o campo para, daí, o treinamento ser efetivo. Não é verdade. Ninguém nasce sabendo, da mesma forma que, apesar de existirem aptidões ou características que ajudam, ninguém nasce vendedor. Para você que está começando e, certamente, precisa de resultados rápidos, a curva de aprendizado precisa ser menor. Quanto mais rápido aprender as principais práticas, mais cedo começará a colher os frutos. Para você, o foco no coaching, que permita resolver suas dúvidas e indicar o melhor caminho, é o ponto chave a perseguir.

Para que os programas de treinamento valham a pena e tenham o retorno sobre o tempo e valor investidos, é preciso conter cinco grandes grupos de aprendizado: analisar as oportunidades e rastrear os ciclos de venda delas decorrentes; agregar sua experiência a um método e modelo preciso que habilitará você a avaliar riscos e chances. É fundamental saber, a cada ponto do ciclo de vendas, qual o seu risco de não ganhar a oportunidade; avaliar o esforço necessário face o seu posicionamento no ciclo de vendas e o risco apurado e decidir o que fazer; obter cenários, para cada nível de risco, esforço e posicionamento no ciclo de vendas, e ter dicas do que é melhor fazer naquele momento; ter um modelo de decisão que o ajude a validar sua intuição e experiência.

Um treinamento de vendas, para valer a pena, não pode dar outro resultado senão ajuda-lo a vender mais.

A questão é que você fica tão preocupado com o que fazer na frente do cliente que esquece o fundamental para vender mais: reconhecer e controlar a dinâmica do ciclo de vendas. E isto se aprende através dos cinco pontos que mencionamos. E é por esta razão que você deveria achar importante o treinamento em vendas. Se você ainda não deu a importância devida é porque ainda não encontrou programas que o ajudem nisto. Eles existem! Seja perseverante e ache-os. Você não vai se arrepender!

Enio Klein é gerente geral nas operações de vendas da SalesWays no Brasil e professor nas disciplinas de Vendas e Marketing da Business School São Paulo.

http://www.varejista.com.br/artigos/recursos-humanos/1286/por-que-o-treinamento-e-tao-importante-na-area-de-vendas


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Os 7 melhores mercados para quem quer investir em moda


Pensar e investir em nichos de mercado é uma estratégia vantajosa e uma oportunidade para os cerca de 800 mil pequenos negócios ligados ao varejo da moda no Brasil. Assim, o Sebrae identificou sete nichos de mercado que podem ajudar a aumentar a competitividade e alavancar o faturamento desses empreendedores. Os dados estão disponíveis em uma cartilha, no Portal Sebrae, que apresenta estratégias de diferenciação, cenários e perspectivas, que devem ser exploradas por essas empresas de varejo da moda.

Moda plus size, gestante, sustentável, brechó, gospel, streetwear e country são segmentações possíveis neste mercado, segundo o levantamento do Sebrae. “Os nichos de mercado são formados por consumidores que são mais exigentes quanto ao conceito do produto e da sua cadeia produtiva. Assim, atuar neles exige uma compreensão sobre o público, buscando entender ainda mais suas necessidades, anseios, percepções e comportamento”, recomenda a coordenadora de Varejo da Moda do Sebrae, WilsaSette.

1) Moda plus size

A moda plus size ou moda GG é direcionada para pessoas que usam roupas acima do padrão convencional usado nas lojas, isso é, pessoas muito altas, com coxas grossas, bustos maiores, pés grandes ou que usam tamanho acima do tamanho 44. É um mercado em expansão que cresce 6% ao ano e movimenta cerca de R$ 5 bilhões, o que representa 5% do faturamento total do segmento de vestuário, segundo a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest). Esse percentual corresponde a cerca de 300 lojas físicas e aproximadamente 60 virtuais. A expectativa, segundo a associação, é de um crescimento de pelo menos 10% ao ano. Mais da metade da população brasileira é público alvo da Moda Plus Size já que, segundo dados do Ministério da Saúde, 50,8% dos brasileiros estão acima do peso, e destes, 17,5% são obesos.

2) Moda gestante

É direcionada para mulheres que estão vivendo um momento muito delicado de suas vidas, passando por uma série de transformações que vão do humor ao corpo. São mulheres exigentes, que vivem um momento de ansiedade, impaciência e insegurança, provocadas pelas alterações de humor típicas da gravidez e que mudam de numeração a cada semana. É um mercado em expansão que pode apresentar uma oportunidade para os empresários do setor de vestuário.

3) Moda sustentável

O público de moda sustentável é crítico, consciente de seus hábitos de consumo e, por isso, valoriza um produto muito além da modelagem e do belo, mas com respeito à ética, sua relação com a natureza e com as pessoas. Este público valoriza uma peça de roupa, calçado ou acessório que contemple, em alguma medida, os princípios de moda sustentável. Ou seja, que seja feita de matéria-prima renovável, que polua menos para ser fabricada e que seja oferecida por empresa que paga um valor justo aos trabalhadores envolvidos no processo de fabricação.

4) Moda brechó

O número de pequenos negócios de artigos usados com faturamento anual até R$ 3,6 milhões cresceu 210% em cinco anos no Brasil, segundo cadastro nacional do Sebrae. No período de 2007 a 2012, passou de 3.691 para 11.469 pequenos negócios, que representam 95% do total das empresas do segmento especializado na venda de artigos usados de vestuário, acessórios, móveis, utensílios domésticos e eletrodomésticos. Consumir peças usadas, exclusivas e reaproveitadas, tem se tornado uma alternativa de consumo na moda. Esse mercado oferece baixo risco e concorrência, público bem diversificado e fiel, e investimento inicial relativamente baixo se comparado com outros segmentos do comércio varejista.

5) Moda evangélica ou gospel

Os brasileiros adeptos da religião evangélica fazem parte de um grupo que movimenta um mercado próprio de artigos religiosos e de produtos feitos sob medida para eles. São mulheres e homens que buscam elegância, sofisticação, estilo e conforto em um visual comportado. Para as mulheres o objetivo é estarem discretas e comportadas, mas usando cores e estampas dentro das tendências da moda. Em 2010, o Brasil possuía 42 milhões de evangélicos, o equivalente a 22% da população brasileira segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

6) Moda streetwear

A moda streetwear nasceu no Brasil há pouco mais de 20 anos, sendo lançada por adeptos do skate. Hoje, ela também está associada ao estilo do jovem urbano, como sinônimo de frescor e juventude, utilizado por um público que não é, necessariamente, skatista. Segundo o estudo realizado pelo DataFolha, encomendado pela Confederação Brasileira de Skate (CBSk), o número de pessoas que andam de skate no país tem crescido nos últimos anos: em 2010 existiam 3,8 milhões de no país – um aumento de 20% em relação ao levantamento anterior realizado em 2006. O entorno cultural que o mercado possui e o impacto que ele promove no comportamento das pessoas influenciam inúmeras pessoas que nem sequer andam de skate.

7) Moda country

O estilo country no Brasil é uma mistura do tradicional cowboy americano com os trajes utilizados pela elite da Inglaterra em torneios e cavalarias. De forma geral, é utilizado por homens e mulheres que gostam de música sertaneja, frequentam rodeios e estão envolvidos de alguma forma com o cenário agropecuário nacional. Atualmente, as roupas são mais modernas e acompanham tendências de moda, sem perder, contudo, o estilo clássico como a preservação do corte mais alto da calça, utilização de fivelas e cintos, a manga longa nas camisas, a estampa xadrez, o conforto das botas, o uso de chapéu, entre outros elementos.     

Fonte: Revista PEGN


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Venda a prazo tem queda recorde de 2,6% no acumulado do 1º semestre, diz SPC/CNDL


As vendas a prazo registraram queda recorde de 2,64% no primeiro semestre do ano na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa do Serviço de Proteção do Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Somente em junho, o recuo foi de 3,42% ante igual mês de 2014, na quinta retração consecutiva. Em junho contra maio, a baixa foi de 2,77%.

"Mais uma vez, a queda no número de consultas para vendas a prazo reflete a desaceleração da economia, com inflação elevada, altas taxas de juros e o aumento do desemprego. A piora no cenário econômico leva à restrição na oferta de crédito e a confiança do consumidor segue em declínio. Isso diminui a disposição para o consumo de bens de maior valor", diz o presidente da CNDL, Honório Pinheiro, em nota.

No caso da comparação mensal, o recuo era esperado, pois as vendas de Dia dos Namorados já haviam registrado contração anual de 7,82%, sendo assim insuficientes para impulsionar o resultado de junho ante maio. Por conta do Dia das Mães, em maio as vendas a prazo tinham subido 4,43%, na margem.  
    
Fonte: Estadão Conteúdo        


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69% dos profissionais de Marketing no país usam Marketing de Conteúdo


Pesquisa produzida pela RockContent mostra como o conceito vem sendo explorado pelas marcas e quais as nuances da produção desses materiais pelas empresas



Cerca de 69% dos profissionais de Marketing do Brasil afirmam que já utilizam técnicas de Marketing de Conteúdo. É o que diz um levantamento produzido pela Rock Content em junho deste ano para verificar como o conceito está disseminado no país. Segundo a pesquisa, 65% das empresas que apostam na estratégia têm entre um a 25 colaboradores, enquanto apenas 9% das companhias que possuem mais de 500 funcionários focam nessa estratégia.
No Brasil, o setor que mais se dedica à produção de materiais para Content Marketing é o de agências e propaganda, com uma participação de 21%. Em seguida, aparecem as empresas de clouding computing/ software como serviço (12%), consultoria (10%), educação (7%) e comércio eletrônico (7%). Metade dos entrevistados afirmam que mantém uma equipe de duas a cinco pessoas responsáveis pela área de Marketing de Conteúdo.
Já um número expressivo de 43% dos respondentes afirmam que apenas um funcionário é destacado para essa tarefa. Enquanto para 65% das empresas a produção dos materiais é feita exclusivamente de forma interna, 16% apostam em uma estrutura híbrida, formada por colaboradores da própria companhia trabalhando em conjunto com funcionários terceirizados. 
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