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domingo, 12 de julho de 2015

Como transformar perguntas em vendas



Por Jaques Grinberg Costa

As perguntas que vendem são perguntas inteligentes, que devem identificar o perfil do cliente para depois levantar as necessidades e o seu objetivo. Com essas informações é possível conduzir o cliente, através de novas perguntas, a encontrar o produto e/ou serviço desejado.

Veja cinco exemplos de perguntas que vendem:

1º - Gostaria de deixá-lo à vontade para tomar a melhor decisão...
Mas, enquanto isso, você poderia me emprestar o seu documento para ir preparando a proposta e verificar se consigo um brinde exclusivo?

2º - Já pensou que são poucos os que já possuem este produto e/ou serviço tão diferenciado?
O que os seus amigos irão pensar quando disser que você já comprou?

3º - Quanto vale solucionar o seu problema?
Você realmente ainda acha caro ter a solução do seu problema com o nosso produto e/ou serviço?

4º - Está indeciso sobre qual dos dois sapatos adquirir?
Se existisse uma oportunidade de adquirir os dois pares agora, qual seria esta oportunidade?

5º - O Sr. gostou deste produto e/ou serviço mas tem dúvidas!
O que o Sr. poderia fazer para acabar com tal dúvida?

Guarde as respostas do seu cliente, durante a negociação podem surgir objeções. As respostas são fantásticas para desenvolver argumentações e contornar as objeções, que muitas vezes são desculpas. Agora veja um exemplo de como aproveitar as respostas para desenvolver argumentações por meio de novas perguntas que vendem.

Está indeciso sobre qual dos dois sapatos adquirir?
Resposta: Estou, não sei qual levar...

Você tem trabalhado muito nos últimos meses?
Resposta: Sim, não está nada fácil...

Se existisse uma oportunidade de adquirir os dois pares agora, qual seria esta oportunidade?
Resposta: Não sei! Acho que precisaria economizar nos próximos meses. Irei pensar e volto depois...

Você comentou que trabalha muito, parece uma prima da minha esposa. Ela sempre aproveita para se dar bons presentes, mesmo que também tenha que economizar nos próximos meses, não gosta de perder oportunidades.

Você também merece, que tal presentear-se com os dois pares de sapatos?

Resposta: Verdade! Irei levar os dois pares, parcela em quatro vezes?

http://www.varejista.com.br/artigos/atendimento-ao-cliente/1293/como-transformar-perguntas-em-vendas


Jaques Grinberg Costa é apaixonado pelos temas empreendedorismo, vendas, atendimento e fidelização de clientes. É empreendedor, palestrante, escritor e coach.
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sábado, 11 de julho de 2015

Óticas Carol






Óticas Carol: Marcas, Óculos de Grau, Óculos de Sol e Lentes



As marcas que você procura. Os óculos que você precisa.
Mais de 570 Lojas em todo o Brasil
Com mais de 16 anos de expertise no setor, a Óticas Carol se destaca por suas arrojadas ações de marketing, investimento pesado em mídia televisiva, principalmente na Rede Globo, e em campanhas inovadoras junto aos fornecedores. Ainda, oferece ao consumidor produtos de qualidade, das mais variadas marcas e grifes de sucesso no mundo óptico, com preços acessíveis e planos de parcelamento que atendem as necessidades dos clientes.

Hoje, o principal objetivo da Óticas Carol é tornar-se o maior e mais eficiente grupo óptico do Brasil, admirado por seus colaboradores, parceiros, clientes e pela comunidade.

Nosso compromisso é estar sempre próximo a você, oferecendo a preço  justo as mais variadas grifes e as mais modernas lentes. Acreditamos que óculos além proporcionar uma melhor visão, na Carol, também poderá torná-lo mais bonito e atual. Hoje usar óculos é bacana e queremos  difundir cada vez mais esse conceito.

Ronaldo Pereira Jr
CEO da Óticas Carol


Em 1997 a trajetória de sucesso das Óticas Carol possou a ser escrita. Conheça abaixo essa história!


“Ser líder no varejo ótico e na arte de vestir os olhos”



Fonte: http://www.oticascarol.com.br/empresa/



Atualizado dia 10/07/2015

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Óticas Carol recebe Prêmio Lojista e reitera compromisso de atender cada vez melhor os consumidores



Os vencedores da premiação, promovida pela Alshop, foram definidos por voto popular e a rede foi eleita na categoria de melhor Ótica



A Óticas Carol, rede de varejo que mais cresce no Brasil, ganhou o prêmio de Melhor Ótica na 17ª edição do Prêmio Lojista promovido pela Alshop. Os consumidores da marca deixaram para trás concorrentes como Óticas Wanny (SP) e Óticas Visão (Fortaleza) e elegeram a rede como sua favorita na categoria Ótica.

Para Ronaldo Pereira, CEO da Óticas Carol, o prêmio é muito importante para a rede, já que os próprios clientes reconheceram os diferenciais de atendimento e serviços prestados. “Agradecemos aos consumidores por este prêmio que reconhece a Óticas Carol por sua qualidade no atendimento e também por oferecer itens de grandes marcas com preços e condições acessíveis”, afirma.

A estratégia de negócio bem definida da rede, que estimula o consumidor a perceber os óculos como acessórios de moda, incentivando um novo hábito de compra aspiracional, conquistou clientes de todo país que, agora, podem adquirir óculos de marcas internacionais com ótimas condições de pagamento. Não é a toa que uma pesquisa realizada pela Óticas Carol no último mês de abril com o Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com Clientes (IBRC) mostrou que o índice Net Promoter Score (NPS), que mede a fidelidade do cliente é de 59, enquanto a média do varejo nacional é 30.

“Comparado às redes de óticas já pesquisadas pelo Instituto, somos a rede com maior NPS, ou seja, maior índice de fidelidade do consumidor, que está satisfeito com a empresa e entende nossa proposta de rede fast fashion de óculos e nosso modelo de negócio de luxo acessível”, acredita Raquel Pirola, diretora de marketing da Óticas Carol.

Além disso, no início de junho, a rede foi eleita pelo Datafolha a melhor do segmento pelos paulistanos, por 23% dos entrevistados. Quando analisada a Zona Oeste de São Paulo, o índice sobe para 28%, mostrando que os consumidores da capital paulista são exigentes e sabem identificar produtos e serviços de qualidade.

E não foram só os consumidores finais que elegeram a Óticas Carol como referência nacional do segmento. No último mês de abril, a rede recebeu pelo décimo ano consecutivo o Selo de Excelência em Franchising, promovido pela ABF - Associação Brasileira de Franchising. “O Selo de Excelência em Franchising é uma conquista que faz da Óticas Carol a única empresa no varejo óptico a ser reconhecida nacionalmente”, afirma Ronaldo Pereira.


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Sem educação de qualidade, o conceito de pátria é vazio


O lema “Brasil, Pátria Educadora”, do novo governo da Presidente Dilma Rousseff, evoca uma dimensão afetiva. Enquanto nação é um conceito mais jurídico, pátria implica um sentimento de pertencimento a uma terra – natural ou adotiva –, um vínculo carregado de memórias e experiências, valores, histórias e culturas compartilhadas. Mas só a educação pode colocar sentido nesse conceito. Caso contrário, ele se converte em patriotismo vazio.

Quando a pátria, exaltada na letra do hino nacional, pode ser de fato “amada”? Quando podemos desejar que nossos filhos sejam criados nesta terra e não em outra? Certamente quando eles podem se orgulhar do país e ter esperança no futuro, construir um projeto pessoal e profissional ancorado num projeto de nação, quando conhecem e valorizam as raízes de seu povo, em toda a sua plural beleza. Isso não se constrói com medidas econômicas, mas com educação.

Só que fazer do Brasil uma pátria educadora requer uma mudança de mentalidade. Não passa simplesmente, como afirmaram os três últimos ministros da educação e também o atual ministro Cid Gomes, por mudar o currículo do ensino médio. Nem requer apenas oferecer mais vagas em creches, submeter os professores a avaliações periódicas ou ampliar o ensino em tempo integral, como anunciou Cid Gomes em recenteentrevista.

Ser uma pátria educadora é algo que ultrapassa o que se faz na escola. A educação começa em casa, nos exemplos dos pais, mas transcende para a esfera pública. Implica experimentar, no cotidiano, relações de civilidade, respeito, justiça. E atinge, claro, a dimensão política. Acontece quando há engajamento dos cidadãos, ética nos governantes, transparência no uso dos recursos públicos.

Sem dúvida que a escola, nessa pátria educadora, é ambiente fundamental, onde se aprende a atribuir significados e sentidos à história e à cultura. Nela se recebem as bases que podem formar o cidadão do futuro, capaz de construir uma nação democrática, inclusiva e sustentável. 

Sem educação de qualidade não há “pátria”, apenas um território sem rosto do qual não se pode sentir orgulho verdadeiro: é o país que, hoje, ocupa a lanterna nos exames internacionais de competências educativas e contrata gente fora porque não tem trabalhador qualificado.

Por isso, a sociedade brasileira deveria ter total atenção ao que está acontecendo na escola pública. Respeitar os mestres, fiscalizar mais e cobrar melhorias em situações que são inaceitáveis. Essas atitudes, porém, derivam de algo bem mais profundo, que ainda temos que conquistar: o valor que se atribui à educação.

Sem educação de qualidade, o conceito de pátria se torna meramente sentimental. Pode-se “morrer pela pátria”, sentir-se “a pátria de chuteiras”, ter a “semana da pátria”, cultuando-a com bandeiras e símbolos oficiais. Mas um povo não educado será sempre vítima de um civismo abstrato que, se supostamente unifica o país, no fundo o fragiliza e o torna vulnerável às mais diversas ideologias.

http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/5.html

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P&G vende 43 marcas de beleza para Coty


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Transação envolve marcas de cosméticos, perfumaria, tinturas e cuidados profissionais para cabelos. Com isso, francesa se torna uma das maiores do segmento no mundo
Por Priscilla Oliveira, do Mundo do Marketing | 10/07/2015
priscilla@mundodomarketing.com.br
A Procter & Gamble vendeu 43 marcas do segmento de beleza para a francesa Coty. A transação envolve marcas de cosméticos, perfumaria e tinturas e cuidados profissionais para os cabelos. Entre os nomes que deixam de fazer parte da companhia, estão Wella, Sebastian, Clairol, Koleston, Soft Color, Wellaton, Max Factor e Covergirl. Além desses, também foram repassados os direitos de uso das marcas de perfumes Hugo Boss, Dolce & Gabbana, Gucci, Lacoste, Bruno Banani, Christina Aguilera, Escada, Gabriela Sabatini, James Bond 007, Mexx, Stella McCartney e Alexander McQueen.
O valor da negociação ficou em US$ 12,5 bilhões - aproximadamente, R$ 40,5 bilhões - e transformará a Coty em uma das maiores empresas de beleza do mundo e uma das líderes de mercado de tintura no Brasil. A P&G, no entanto, não deverá ficar totalmente de fora do controle das marcas. Os termos darão aos acionistas uma fatia majoritária de uma nova companhia que se formará com a venda e deve atingir mais de US$ 10 bilhões, o dobro do que a francesa arrecada.
A decisão já era esperada pelo mercado desde 2014, quando a P&G afirmou que concentraria os esforços em 10 categorias e 65 marcas que mais rendem negócios para o grupo. Os selos que sairão da linha são os que caíram 3% nas vendas e cujos lucros recuaram em 16%. No primeiro semestre de 2015, a companhia sofreu uma queda de 11% no segmento de beleza e higiene pessoal.


http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/34004/p-g-vende-43-marcas-de-beleza-para-coty.html
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