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sexta-feira, 10 de julho de 2015

Sem educação de qualidade, o conceito de pátria é vazio


O lema “Brasil, Pátria Educadora”, do novo governo da Presidente Dilma Rousseff, evoca uma dimensão afetiva. Enquanto nação é um conceito mais jurídico, pátria implica um sentimento de pertencimento a uma terra – natural ou adotiva –, um vínculo carregado de memórias e experiências, valores, histórias e culturas compartilhadas. Mas só a educação pode colocar sentido nesse conceito. Caso contrário, ele se converte em patriotismo vazio.

Quando a pátria, exaltada na letra do hino nacional, pode ser de fato “amada”? Quando podemos desejar que nossos filhos sejam criados nesta terra e não em outra? Certamente quando eles podem se orgulhar do país e ter esperança no futuro, construir um projeto pessoal e profissional ancorado num projeto de nação, quando conhecem e valorizam as raízes de seu povo, em toda a sua plural beleza. Isso não se constrói com medidas econômicas, mas com educação.

Só que fazer do Brasil uma pátria educadora requer uma mudança de mentalidade. Não passa simplesmente, como afirmaram os três últimos ministros da educação e também o atual ministro Cid Gomes, por mudar o currículo do ensino médio. Nem requer apenas oferecer mais vagas em creches, submeter os professores a avaliações periódicas ou ampliar o ensino em tempo integral, como anunciou Cid Gomes em recenteentrevista.

Ser uma pátria educadora é algo que ultrapassa o que se faz na escola. A educação começa em casa, nos exemplos dos pais, mas transcende para a esfera pública. Implica experimentar, no cotidiano, relações de civilidade, respeito, justiça. E atinge, claro, a dimensão política. Acontece quando há engajamento dos cidadãos, ética nos governantes, transparência no uso dos recursos públicos.

Sem dúvida que a escola, nessa pátria educadora, é ambiente fundamental, onde se aprende a atribuir significados e sentidos à história e à cultura. Nela se recebem as bases que podem formar o cidadão do futuro, capaz de construir uma nação democrática, inclusiva e sustentável. 

Sem educação de qualidade não há “pátria”, apenas um território sem rosto do qual não se pode sentir orgulho verdadeiro: é o país que, hoje, ocupa a lanterna nos exames internacionais de competências educativas e contrata gente fora porque não tem trabalhador qualificado.

Por isso, a sociedade brasileira deveria ter total atenção ao que está acontecendo na escola pública. Respeitar os mestres, fiscalizar mais e cobrar melhorias em situações que são inaceitáveis. Essas atitudes, porém, derivam de algo bem mais profundo, que ainda temos que conquistar: o valor que se atribui à educação.

Sem educação de qualidade, o conceito de pátria se torna meramente sentimental. Pode-se “morrer pela pátria”, sentir-se “a pátria de chuteiras”, ter a “semana da pátria”, cultuando-a com bandeiras e símbolos oficiais. Mas um povo não educado será sempre vítima de um civismo abstrato que, se supostamente unifica o país, no fundo o fragiliza e o torna vulnerável às mais diversas ideologias.

http://g1.globo.com/educacao/blog/andrea-ramal/5.html

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sexta-feira, 3 de julho de 2015

MEC autoriza Hospital Albert Einstein a abrir curso de medicina


Primeira etapa da aprovação da abertura do curso ocorreu em 2013.

Hospital poderá oferecer 100 vagas a cada ano.


Aula na faculdade de enfermagem do Hospital Albert Einstein (Foto: Divulgação)Aula na faculdade de enfermagem do Hospital Albert Einstein (Foto: Divulgação)

 

 

O Ministério da Educação (MEC) autorizou nesta sexta-feira (3) a abertura do curso de medicina pela Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Hospital Albert Einstein. De acordo com a portaria, o Albert Einstein poderá oferecer 100 vagas anuais.

Quando anunciada a primeira etapa da aprovação, em 2013, a expectativa é que o curso de medicina começasse a partir de 2015 em duas turmas.

De acordo com dados divulgados à época, o curso será na cidade de São Paulo e a estrutura do hospital, referência no atendimento de alta complexidade, será utilizada pelos alunos. Os estudantes também poderão aproveitar o hospital municipal do M'Boi Mirim, administrado pelo Einstein.

Em 2013, Claudio Lottenberg, presidente do Albert Einstein, disse que o projeto era ambicioso.

"Temos um propósito ambicioso, será um curso mais focado não só nas questões técnicas, e sim, humanas, de gestão e liderança. São virtudes importantes dentro do contexto da atividade médica. Temos o desejo de formar líderes para a área da saúde e primar pela qualidade", disse à época.

À época, o valor da mensalidade não tinha sido definido. O hospital também não definiu se vai utilizar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no processo de seleção dos candidatos.

O Einstein já possui um setor de ensino em que disponiliza cursos de pós-graduação, atualizações, faculdade de enfermagem, entre outros.

http://g1.globo.com/educacao/noticia/2015/07/mec-autoriza-hospital-albert-einstein-abrir-curso-de-medicina.html

 




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quinta-feira, 2 de julho de 2015

10 dicas simples para ajudar os estudantes universitários



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Oi Pessoal!
O início da faculdade pode ser um período difícil de adaptação para alguns alunos, pois suas vidas mudam completamente em relação a como eram no colégio. Para tornar esse processo mais fácil é interessante estabelecer objetivos e formas de alcançá-los. A vida universitária pode ser muito divertida e proveitosa, e será essencial para moldar o aluno como profissional da área que ingressará.

Confira 10 dicas que todo estudante universitário deveria saber:

1 – Controle-se financeiramente

Compre a bibliografia obrigatória apenas quando for necessário, também procure pegar livros emprestados ou na biblioteca. Caso seja uma pessoa viciada em compras, cancele seu cartão de crédito. Essas economias farão uma diferença significativa se você realmente precisar de um dinheiro extra.

2 – Organize seu tempo

Divida seu dia entre as aulas, atividades extracurriculares e trabalho, caso tenha um emprego. Realize anotações, participe das aulas e seja disciplinado.

3 – O sistema não está contra você!

Caso tenha problemas, procure resolvê-los da melhor maneira possível, evitando ao máximo discutir com as autoridades da sua universidade. Isso pode ser muito bom para sua carreira no futuro.

4 – Faça amizades

É muito importante ter uma vida social, pois além de facilitar a adaptação no novo ambiente, podem também se tornarem relações duradouras de confiança.

5 – Estágios e contratações

Durante o período na faculdade procure um estágio. Isso pode gerar boas oportunidades e é ótimo para o currículo.

6 – Tenha certeza que escolheu o curso certo

Quando se é calouro é importante dedicar um tempo para pesquisar e pensar sobre as possibilidades da sua futura profissão, para ter certeza da sua escolha. Procure também assistir a aulas diferentes para ver qual a sua área de preferência dentro da carreira.

7 – Ouça os conselheiros

Muitas universidades tentam conectar os calouros com conselheiros da área de atuação de interesse de cada um. Porém, pode ser que após algum tempo você conheça outros conselheiros e queira saber mais sobre eles.

8 – Conheça as fontes de pesquisa da instituição

Mantenha-se informado sobre os programas que estão sendo promovidos pela faculdade. Também procure saber se existem tutoriais ou aulas de reforço para que você fixe melhor os conteúdos.

9 – Estabeleça objetivos

Determine qual o intuito de cada aula que assistir. Também opte por outra fora da grade horária, mas organize bem seus horários para não ficar sobrecarregado.

10 – Esteja saudável

É muito bom manter seu corpo saudável através de exercícios físicos, eles aumentam o fluxo sanguíneo para o cérebro e, consequentemente, melhoram o humor e o sono, além de reduzir a ansiedade e o estresse. Por isso, procure se exercitar regularmente.
Seguindo essas dicas, sua vida universitária será mais prazerosa e produtiva.

Até a próxima!
http://www.canaldoensino.com.br/blog/10-dicas-simples-para-ajudar-os-estudantes-universitarios


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