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sexta-feira, 3 de julho de 2015

De onde vêm as boas ideias?


De onde vêm as boas ideias?


Muitas empresas que estão nascendo ou que enfrentam uma estagnação precisam de boas ideias para conquistarem seu espaço no mercado, adquirirem visibilidade, posicionarem-se de maneira adequada e serem lucrativas. Inclusive as empresas que têm crescido também têm as mesmas necessidades.
Onde buscar novas e boas ideias?

Empresas que querem crescer não ficam esperando soluções caírem dos céus. Elas entendem o cenário e vão em busca de novas oportunidades, não se acomodam e são criativas.

Para não ficarem perdidas, buscam informações, participam de eventos, treinamentos, networks, geram conteúdo, investem em suas marcas, preocupam-se com o seu impacto social, respeitam suas relações, são notadas e queridas.

O Projeto Apacaru é um bom exemplo disso. O seu idealizador participou de uma atividade da última edição da Semana Global do Empreendedor, em Sete Lagoas, MG, ao visitar uma instituição que abriga condenados em uma metodologia denominada APAC (Associação de Proteção e Assistência ao Condenado) e daí veio a ideia.

Já que a APAC trabalha de maneira humanizada os presos (recuperandos, como são chamados), dando-lhes dignidade no cumprimento da pena e buscando inseri-los no contexto da sociedade, veio a “luz”: criar uma marcenaria industrial de direito privado pautada nos princípios da permacultura.


A ideia foi unir o AMARU, sistema construtivo inovador de madeira roliça desenvolvido pela PLANTAR Reflorestamentos, a uma iniciativa de reinserção e ressocialização de condenados em Minas Gerais, coordenada pela APAC.

trabalho na madeira

Trabalho na madeira 

produto final da APACARU
Produto final da APACARU

* O Grupo Minas Marca não se responsabiliza pelos conceitos, ideias e opiniões emitidos nos blogs assinados. 

Minas Marcas
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APAC: Associação de Proteção e Assistência ao Condenado

Programa Novos Rumos - Metodologia APAC

Fonte: Aqui

O Programa Novos Rumos na Execução Penal foi criado no ano de 2001 pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), buscando a humanização no cumprimento das penas privativas de liberdade mediante a aplicação do método APAC.

As APACs - Associação de Proteção e Assistência ao Condenado são inspiração do Advogado e Professor paulista Mário Ottoboni – tratando-se de uma Pessoa Jurídica de Direito Privado que administra Centros de Reintegração Social de presos. A metodologia ganhou força através da aplicação de seus 12 elementos:

1) Participação da comunidade;
2) Recuperando ajudando o recuperando;
3) Trabalho;
4) Religião;
5) Assistência jurídica;
6) Assistência à saúde;
7) Valorização humana;
8) A família;
9) O voluntário e sua formação;
10) Centro de Reintegração Social – CRS;
11) Mérito;
12) Jornada de libertação com Cristo.

A metodologia foi disseminada em diversas comarcas desde a implantação do Programa Novos Rumos, e atualmente dezenas de unidades APAC são mantidas por convênio pelo Estado de Minas Gerais.

Desde 2006, o Estado de Minas Gerais tem dedicado recursos para construção dos Centros de Reintegração Social das APACs recomendadas pelo Tribunal de Justiça. Segundo a Secretaria de Estado de Defesa Social, uma vaga nos estabelecimentos construídos para abrigar os presos (recuperandos) de APAC tem custado 1/3 (um terço) do valor da vaga de uma penitenciária dedicada ao sistema comum.

Estima-se que a reincidência entre os egressos das unidades APAC gira em torno de 15% (quinze por cento) enquanto que os oriundos do sistema comum alcançam o percentual de 70% (setenta por cento).


Portanto, além de oferecer novas vagas ao sistema prisional de Minas Gerais, ao longo dos anos, consolidou-se a missão de propagar a metodologia APAC como importante ferramenta para humanizar o sistema de execução penal de forma a contribuir para a construção da paz social.
 

Apacs
GRUPO 1 (Apacs em funcionamento)
01 - ALFENAS
02 - ARCOS
03 - CAMPO BELO
04 - CANÁPOLIS
05 - CARATINGA
06 - CONSELHEIRO LAFAIETE
07 - FRUTAL
08 - GOVERNADOR VALADARES - FEMININA
09 - INHAPIM
10 - ITAÚNA - MASCULINA
11 - ITAÚNA - FEMININA
12 - ITUIUTABA
13 - JANUÁRIA
14 - LAGOA DA PRATA
15 - MANHUAÇU
16 - MINAS NOVAS
17 - NOVA LIMA
18 - PARACATU
19 - PASSOS
20 - PATROCÍNIO - MASCULINA
21 - PATROCÍNIO - FEMININA
22 - PEDRA AZUL
23 - PERDÕES
24 - PIRAPORA
25 - POUSO ALEGRE - MASCULINA
26 - POUSO ALEGRE - FEMININA
27 - RIO PIRACICABA - FEMININA
28 - SANTA BÁRBARA
29 - SANTA LUZIA
30 - SANTA MARIA DO SUAÇUI
31 - SÃO JOÃO DEL REI – MASCULINA
32 - SÃO JOÃO DEL REI – FEMININA
33 - SETE LAGOAS
34 - TEÓFILO OTONI
35 - UBERLÂNDIA
36 - VIÇOSA
GRUPO 2 (Apacs em implantação)
01 - ÁGUAS FORMOSAS
02 - ARAÇUAÍ
03 - ARAGUARI
04 - ARAXÁ
05 - BARBACENA
06 - BARROSO
07 - BELO HORIZONTE - MASCULINA
08 - BELO HORIZONTE - FEMININA
09 - BETIM
10 - BOA ESPERANÇA
11 - BOM SUCESSO
12 - CAMANDUCAIA
13 - CAMPOS GERAIS
14 - CARLOS CHAGAS
15 - CONCEIÇÃO DO RIO VERDE
16 - CONSELHEIRO PENA
17 - COROMANDEL
18 - CORONEL FABRICIANO
19 - CURVELO
20 - DIAMANTINA
21 - DIVINÓPOLIS
22 - ELÓI MENDES
23 - ERVÁLIA
24 - ESPERA FELIZ
25 - GUANHÃES
26 - IBIÁ
27 - IPANEMA
28 - IPATINGA
29 - ITABIRA
30 - ITABIRITO
31 - ITAJUBÁ
32 - ITAMARANDIBA
33 - LAVRAS
34 - MALACACHETA

35 - MANHUMIRIM
36 - MANTENA
37 - MARIANA
38 - MATOZINHOS
39 - MONTE SANTO DE MINAS
40 - MONTES CLAROS
41 - MURIAÉ
42 - MUTUM
43 - NANUQUE
44 - NOVA ERA
45 - NOVO CRUZEIRO
46 - PATOS DE MINAS
47 - PIUMHI
48 - PONTE NOVA
49 - RIO PRETO
50 - SABARÁ
51 - SACRAMENTO
52 - SALINAS
53 - SANTA VITÓRIA
54 - SANTOS DUMONT
55 - SÃO FRANCISCO
56 - SÃO SEBASTIÃO DO PARAÍSO
57 - TIMÓTEO
58 - TUPACIGUARA
59 - UBERABA
60 - VARGINHA
61 - VÁRZEA DA PALMA

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4ª Edição Belo Horizonte Social Media – Vivenciando Conexões



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O evento aconteceu nos dias 29 e 30 de maio com uma programação focada no debate sobre as novidades em redes sociais, apresentando os principais nomes do mercado nacional, abordando as tendências, cases e o uso das mídias e ferramentas como estratégias para a comunicação empresarial.
A pré-programação, na sexta-feira, 29, teve dois workshops, das 19h às 22h. No dia seguinte, 30, oito palestrantes compuseram o quadro #4xBHSM. A abertura foi às 9h com Cristiano Santos, atualmente, um dos maiores nomes brasileiros no que se refere à utilização estratégica do LinkedIn. Às 10h, Diego Ivo apresentou sua experiência e conhecimento sobre “SEO Estratégico: o impacto das buscas nos negócios”. Às 11h, Alex Silva, Creator Acquisition Manager do YouTube, discutiu diversos cases sobre a utilização do canal online. Às 14h, Vitor Peçanha da Rock Content, falou sobre geração de leads. As práticas e tendências em métricas foram o tema da abordagem de Gabriel Ishida. Após o coffee break, o público ainda contou com Suzana Cohen, avaliando as Inovações e Tendências em Mobile. O professor e especialista no tema Inovação, Marketing e Empreendedorismo de Impacto André Telles chamou atenção para os conteúdos disruptivos em redes sociais.
O evento aconteceu nos dias 29 e 30 de maio com uma programação focada no debate sobre as novidades em redes sociais, apresentando os principais nomes do mercado nacional, abordando as tendências, cases e o uso das mídias e ferramentas como estratégias para a comunicação empresarial.
A pré-programação, na sexta-feira, 29, teve dois workshops, das 19h às 22h. No dia seguinte, 30, oito palestrantes compuseram o quadro #4xBHSM. A abertura foi às 9h com Cristiano Santos, atualmente, um dos maiores nomes brasileiros no que se refere à utilização estratégica do LinkedIn. Às 10h, Diego Ivo apresentou sua experiência e conhecimento sobre “SEO Estratégico: o impacto das buscas nos negócios”. Às 11h, Alex Silva, Creator Acquisition Manager do YouTube, discutiu diversos cases sobre a utilização do canal online. Às 14h, Vitor Peçanha da Rock Content, falou sobre geração de leads. As práticas e tendências em métricas foram o tema da abordagem de Gabriel Ishida. Após o coffee break, o público ainda contou com Suzana Cohen, avaliando as Inovações e Tendências em Mobile. O professor e especialista no tema Inovação, Marketing e Empreendedorismo de Impacto André Telles chamou atenção para os conteúdos disruptivos em redes sociais.



























http://socialmedia.zoomcomunicacao.com.br/4a-edicao-belo-horizonte-social-media-vivenciando-conexoes/

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II Workshop em BH - "LinkedIn na Prática: Gestão de Perfil e Conteúdo"




















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Comparáveis a carros, bicicletas de luxo chegam a custar R$ 75 mil




Segmento caiu em 2014, depois de anos de crescimento no Brasil.


Impostos chegam a representar até 80% do preço de uma importada.




Pinarello Dogma F8 - R$ 59.990 (Foto: Divulgação)Pinarello Dogma F8 custa R$ 59.990 (Foto: Divulgação)
Com materiais similares aos encontrados em carros esportivos, a bicicletas de alta performance possuem tecnologia de ponta e custam entre R$ 30 mil e R$ 75 mil no Brasil.
Entre os itens especiais desses modelos de luxo estão fibra de carbono para ficar mais leve, amortecedor específico para o tipo de terreno, transmissão com trocas mais rápidas e rodas grandes.
Os compradores são atletas de alto nível ou de fim de semana, com grande poder aquisitivo.
“A bicicleta tem uma coisa que nenhum outro esporte tem. Se você quiser comprar o carro do (Lewis) Hamilton da Fórmula 1, será muito difícil, mas se quiser comprar uma bike do ciclista mais em evidência no mundo, você consegue comprar exatamente a mesma”, aponta Guto, da loja especializada Pedal Urbano, em São Paulo.
Tendência
Santa Cruz New V10 Carbon - R$ 34.000 (Foto: Divulgação)Santa Cruz New V10 Carbon - R$ 34.000 (Foto: Divulgação)
Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), o interesse do brasileiro por este tipo de produto é um fenômeno recente, que acompanha a evolução dos eletrônicos.
"O novo consumidor busca bicicletas com maior valor agregado numa clara opção pela mobilidade com mais qualidade, segurança, conforto", afirmou José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da entidade.
Uma das marcas mais desejadas pelos ciclistas, a Specialized viu no Brasil um mercado potencial e abriu uma subsidiária em 2010 - até então a venda era feita por meio de representantes.
Segundo a diretora de marketing Sylvia Hartmann, os lançamentos globais chegam ao mercado brasileiro com no máximo 2 meses de diferença, quando não ao mesmo tempo que compradores de qualquer lugar do planeta.
Specialized S-Works McLaren Tarmac foi vendida por R$ 75 mil no Brasil. O modelo abusa da fibra de carbono para ficar mais leve e foi pintado no mesmo lugar dos esportivos McLaren. O custo também se deve à exclusividade: apenas 250 unidades foram feitas. (Foto: Divulgação)Specialized S-Works McLaren Tarmac foi vendida por R$ 75 mil no Brasil. (Foto: Divulgação)
Foi assim com a série especial feita em parceria com a McLaren, que teve apenas 250 unidades fabricadas - 3 delas desembarcaram em fevereiro no Brasil, por R$ 75 mil. Além da grife de Fórmula 1, a bicicleta abusou no uso de fibra de carbono para ficar mais leve e foi feita com base nas medidas de cada comprador, que levou também um kit com capacete e sapatilha.
Outras montadoras de automóveis também se aventuram nas duas rodas não motorizadas, desde Porsche e Ferrari, até as mais acessíveis como Chevrolet e Ford. A Chevrolet dedicou espaço no Salão do Automóvel de São Paulo 2014 à sua primeira bicicleta, uma mountain bike aro 27,5, que custa R$ 3,5 mil.
Mesmo as fabricante mais tradicionais, como a Caloi, passaram a investir mais em desempenho. Em 2013, a marca brasileira foi adquirida por um grupo canadense, que produz bicicletas de luxo, entre elas a Cannondale, cujos modelos chegam a custar R$ 33 mil no Brasil.
Impacto
Embora estejam em evidência, as vendas de bicicletas de alto nível recuaram no ano passado, na contramão do segmento de carros de luxo, que segue em alta mesmo com as dificuldades da economia no país.

Segundo Caetano Zammataro, da Bike Tech Jardins, o mercado encolheu de 10% a 15% no ano passado, depois de avançar 22% em 2013. “É um momento do Brasil, da economia toda”, explica. A alta carga tributária e a variação cambial são alguns dos fatores que atrapalharam o crescimento.
Specialized S Works Tarmac DISC DI2 - R$ 53.990 (Foto: Divulgação)Specialized S Works Tarmac DISC DI2 é vendida por R$ 53.990 (Foto: Divulgação)
“Em 2010, quando estas bikes custavam cerca de US$ 8 mil fora do país, aqui era R$ 25 mil. Hoje, uma da mesma categoria custa US$ 12 mil fora, contra R$ 55 mil no Brasil. Fora, o aumento de valor é por novas tecnologias, desenvolvimento. Aqui é por imposto e dólar”, afirma Guto.

De acordo com um estudo da consultoria Tendências, uma bicicleta com peças 100% nacionais produzida na Zona Franca de Manaus tem tributação de 7,9%, mas em outra região do país, com uso de peças importadas, a carga tributária chega a 80,3%. No caso das importadas de alto nível, o peso dos impostos é de 107%, fazendo o preço dobrar.

Segundo a Abraciclo, apesar da queda em 2014, o faturamento do mercado se manteve estável, o indica que a média de preço foi maior. "Apesar de notarmos mais bicicletas nas ruas, por conta da implantação de ciclovias e ciclofaixas, os números não refletem nossa percepção. Em 2014, tanto a produção como as vendas do modal caíram cerca de 10% e, no entanto, o faturamento se manteve", explica Gonçalves.

O Brasil é o 4º maior produtor de bicicletas do mundo, atrás de China, Índia e Taiwan, com 4,2 milhões de unidades por ano, segundo dados da Abraciclo. Deste total, uma maior parte (2,55 milhões) é modelos básicos e infantis. O segmento de maior valor agregado é de 1,7 milhão de unidades, sendo que cerca de 250 mil são importadas.

Cannondale Super Six Evo Hi-Mod Team - R$ 45.990 (Foto: Divulgação)Cannondale Super Six Evo Hi-Mod Team - R$ 45.990 (Foto: Divulgação)
Roubos são corriqueiros
Outro fator que desestimula a compra de bicicletas de luxo é o medo de roubos. “A pessoa chega na loja e pergunta: ‘E assalto? Não tem risco?’ A minha posição é a mais real. Você está sujeito a assalto, de bike, a pé, carro ou moto, em qualquer situação”, relata Caetano.

Os casos de roubo de bicicletas de luxo são corriqueiros em São Paulo, por exemplo. "Presenciei o roubo de duas bicicletas na USP (Universidade de São Paulo). Dois ciclistas foram abordados por homens, que levaram dias bicicletas, uma de R$ 12 mil e outra de quase R$ 50 mil, em um carro", afirma Armando Mugliano, vendedor e ciclista, que costuma praticar no local.
De acordo com os usuários, as bicicletas são roubadas para abastecer um mercado paralelo de peças. "Só roubam, porque tem gente que compra as peças", explica Caio de Sá, comerciante e ciclista. "Procuramos lugares tranquilos para evitar os roubos", acrescenta.
Ciclista Caio de Sá toma precauções para evitar roubos (Foto: Arquivo Pessoal / Caio de Sá)Ciclista Caio de Sá toma precauções para evitar roubos (Foto: Arquivo Pessoal / Caio de Sá)
http://g1.globo.com/carros/motos/noticia/2015/07/comparaveis-carros-bicicletas-de-luxo-chegam-custar-r-75-mil.html

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