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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Chupa Chups


Eles foram consumidos, ou melhor, divertidamente saboreados, pela seleção francesa campeã do mundo em 1998; pela cantora Madonna, fã incondicional da guloseima; pela super modelo Kate Moss; pelo estilista Giorgio Armani, que faz questão de levá-los aos seus desfiles; e até mesmo pelos astronautas russos da estação espacial Mir. Os pirulitos CHUPA CHUPS, além de estarem dentro das bocas mais famosas do mundo, divertem e adoçam a vida de milhões de crianças pelo mundo afora com uma infinidade de sabores e formatos. 

A história 
As crianças espanholas conheceram o pirulito (“lollipop” em inglês) pelas mãos de Enric Bernat Fontlladosa, um catalão filho de confeiteiros, cujo avô, Josep Bernat, se tornou no primeiro “baleiro” a fabricar caramelos na Espanha em meados do século XIX. Tudo começou em 1957 quando Enric se tornou sócio de uma pequena e decadente empresa produtora de doces em compota e geleias a base de maçã, chamada Granja Asturias, localizada em Villamayor na região das Astúrias, ao norte da Espanha, após convencer seus proprietários a se concentrarem na fabricação de em um só produto. Depois de meses de pesquisas e desenvolvimento, o primeiro pirulito, em palito de madeira, era lançado no mercado espanhol em 1958 ao preço de uma peseta. Seu invento era simples, colocar doces em palitos para as crianças não sujarem as mãos. Sobre sua brilhante ideia de colocar o caramelo redondo em um palito, Enric comentava:“Eu observei as balas e fiquei surpreso ao constatar que não havia nenhuma feita para crianças, seus principais consumidores. Elas não se encaixavam bem nas bocas das crianças, sujavam suas mãos e criavam problemas para as mães. Por isso, tive a ideia de colocá-las em um palito”.


Para assegurar rentabilidade ao produto, que na época era embalado a mão, ele adquiriu todas as patentes que pudessem competir com seu invento por 15 anos. O pirulito inicialmente iria se chamar GOL, devido ao formato redondo semelhante a uma bola de futebol. Porém, Enric não estava totalmente convencido que este seria o nome ideal e contratou uma agência de publicidade para criar um nome mais apelativo. Várias ideias surgiram: Pals, Rols e Chups. Ele gostou de Chups. Porém, o jingle para promover o novo produto “Chupa um dolce caramelo, chupa chupa chupa um Chups, que és redondo y dura mucho, chupa chupa chupa um Chups”acabou se tornando tão famoso que o nome escolhido foi CHUPA CHUPS. As bolinhas doces e açucaradas, sustentadas por um palito, e que cabiam perfeitamente na boca da criançada, rapidamente transformaram-se em um enorme sucesso de vendas e, em dois anos, a marca da nova guloseima estava consagrada.


CHUPA CHUPS foi registrada como marca oficialmente em 1962 e dois anos depois a empresa adotou o mesmo nome, devido ao enorme sucesso do produto. Nesta época os pirulitos eram vendidos em mais de 300 mil pontos de venda espalhados por toda a Espanha e ganharam enorme reconhecimento através de seus displays coloridos e com formatos criativos, localizados sempre próximos às caixas registradoras, que permitiam uma exposição muito mais atraente do produto nos estabelecimentos. Ainda nesta década, foi montada uma enorme rede de distribuição composta por 600 automóveis, modelo Seat, pintados nas cores e com o logotipo da marca, facilmente reconhecido por seus consumidores.


Em 1967, uma nova fábrica foi construída em Sant Esteve de Sesrovires, Barcelona, com a finalidade maior de produzir os tradicionais pirulitos para exportação. Dois anos mais tarde, o palito de madeira foi substituído por plástico, considerado mais higiênico e seguro. A expansão internacional começou pouco depois com a construção da fábrica de Sociéte Bernat et Cie., em Bayona na França. Não demorou muito para os coloridos pirulitos serem vistos em abundâncias em países asiáticos como Malásia e Cingapura. Na década de 1980 o produto invadiu fortemente o mercado europeu e americano, e praticamente se tornou uma “epidemia”. Foi nesta época que a marca começou a investir nas celebridades, como a cantora Madonna e o técnico holandês Johan Cruyff, para promover seus famosos pirulitos. Outro fator de sucesso da marca foi uma campanha contra o cigarro, que tinha como slogan “Smoke Chupa Chups” (“Chupe Chupa Chups”), atraindo um grande número de consumidores adultos e fumantes, que chupavam o pirulito para substituir o terrível vício. Além disso, em alguns países várias máquinas automáticas foram espalhadas em bares, restaurantes e aeroportos. Tudo para incentivar a substituição do cigarro pelo pirulito.


A marca começou a diversificar sua linha de produtos em 1994 com o lançamento de novos sabores e das balinhas de menta Smint; e em 2003, com a introdução do CHUPA CHUPS CREMOSA, um pirulito com recheio cremoso de frutas. Em julho de 2006, a marca foi adquirida pela empresa ítalo-holandesa Perfetti Van Melle, terceira maior produtora mundial no setor de confeitos. Em 2008, para comemorar os 50 anos de seu lançamento, a marca estreou uma campanha publicitária, denominada “Live a Life Less Serious”, com sua primeira mascote global, um boneco bizarro chamado Chuck. Nos anos seguintes a linha de produtos da marca foi expandida com o lançamento de novos itens, como por exemplo, CHUPA CHUPS FRUITELLA, um pirulito com sabor da famosa bala de morango, introduzido em 2009; GOMIS, uma linha de bolas de goma, lançada em 2010. Além disso, a Perfetti Van Melle resolveu associar a CHUPA CHUPS com uma de suas marcas de chicletes: surgiu assim as gomas de mascar CHUPA CHUPS BIGBABOL.


Mais recentemente, em 2011, os pirulitos da marca voltaram a serem comercializados no Brasil, após cinco anos de ausência do mercado. E as novidades não pararam por aí. Novos produtos surgiram: CHUPA CHUPS SURPRISE, uma linha direcionada ao público infantil com personagens licenciados, como por exemplo, Bob Esponja e Smurfs, que além do tradicional pirulito traz uma agradável surpresa (pequenos brinquedos colecionáveis); CHUPA CHUPS UNIVERSE, uma linha de pirulitos de frutas com pequenos bolinhas (pedacinhos), que adicionam uma quantidade extra de sabor a deliciosa guloseima; e a linha CHUPA CHUPS CRAZY DIPS, pirulitos em formato de pé com um pó especial, onde ao se mergulhado e levado à boca, tem-se a sensação de que mini “explosões” acontecem. Em 2015, a marca foi estendida para uma nova categoria de produto com o lançamento no mercado italiano do CHUPA CHUPS CHOCO, pequenos confeitos de chocolate ou amendoim coberto de chocolate.


Os divertidos e deliciosos sabores 
Os pirulitos CHUPA CHUPS podem, dependendo do país, ser encontrados em mais de 100 sabores, incluindo, além dos tradicionais de frutas (que incluem uva, morango, cereja, raspberry, banana, melancia, laranja, manga, abacaxi, limão e maçã verde), alguns exóticos como pimenta (criado especialmente para o mercado mexicano), lichia, café, sorvete de chocolate e morango com creme, chá verde, chá com limão, morango com chocolate, caramelo, cola e cacau com baunilha. E muitos deles vêm com brinquedinhos divertidos para as crianças. Os famosos pirulitos também estão disponíveis em várias outras versões: sem açúcar, recheado com chiclete, em tamanho mini, com leite e com recheio cremoso.


Uma marca Cult 
Além dos pirulitos que conquistaram uma imagem descolada, irreverente e descontraída junto aos consumidores, tanto que deixou de ser associado exclusivamente à infância, a marca CHUPA CHUPS se transformou em um símbolo cult. E aproveitando essa força, a partir de 2000, foi criada uma divisão para licenciar a marca CHUPA CHUPS para outros segmentos de produtos. Isto porque, a marca reunia três requisitos importantes para ser licenciada: alta notoriedade, personalidade forte, além de ser uma love brand, ou seja, conecta-se com o público em nível emocional. Surgiram então roupas, calçados, acessórios, óculos, perfumes, produtos de higiene, itens de decoração, cosméticos e brinquedos com a divertida marca espanhola. Finalmente em 2014 a marca inaugurou um comércio eletrônico (http://www.chupachupsshop.com), inicialmente para o mercado italiano, para vender boa parte destes itens. Além disso, a marca fechou uma parceria com a varejista sueca de moda H&M para a venda de uma coleção de roupas e acessórios para crianças e adolescentes. Essa divisão de licenciamento rende mais de €50 milhões por ano para a marca.


Campanhas que fizeram história 
A marca CHUPA CHUPS agradece ao marketing, muitas vezes espontâneo, de várias celebridades em relação ao seu produto. Madonna, grandes astros do esporte como Michael Jackson, os meninos do grupo East 17, os modelos Joel West e Marcus Schenkenberg e até o roqueiro Perry Farrell. Todos contribuíram para tornar CHUPA CHUPS uma marca cult. As garotas do Spice Girls foram contratadas pela marca como garotas-propaganda. O sucesso foi tanto que acabaram ganhando uma linha de produtos composta pelo Fantasy Ball (pirulito sabor pêssego com chiclete dentro), o Pen Pop (porta-pirulito com caneta), o Pop Talker (porta-pirulito em forma de microfone) e o Crazy Dips (pirulito com formato de pé). E não só com celebridades a marca pretendeu atingir o novo público. Há poucos anos atrás, iniciou um projeto ousado de conquistar adultos com uma guloseima caracteristicamente infantil. E a marca vem colhendo resultados surpreendentes. Na Europa, por exemplo, os consumidores acima de 20 anos já respondem por 50% das vendas. Uma campanha capaz de despertar nos adultos o lado, digamos “sexual” do produto, fez muito sucesso nos Estados Unidos e na Europa. Um anúncio exibia uma loura deslumbrante, degustando sensualmente o pirulito. Título da propaganda: “Prazer. Oral”. Na Alemanha, outra campanha intitulada “Me Lambe”, mostrava que o pirulito tinha um apelo sexual.


Porém, uma das campanhas mais criativas e conceituais para marca foi criada recentemente pela agência sul-africana Lowe Bull, baseando-se no conceito de que os pirulitos eram essenciais para crianças. Com o slogan “It’s the end of the world without it” (“É o fim do mundo sem ele”), os anúncios mostravam dramas adultos ganhando moldes infantis diante da falta do famoso pirulito.




A evolução visual 
Apesar do logotipo original da marca conter uma simpática menininha, com a intenção de expandir o produto para outros mercados a empresa sentiu necessidade de uma identidade universal. E isso era trabalho para um artista. E o artista foi ninguém menos que o surrealista Salvador Dalí. Tudo começou em 1969 quando Enric viajou para Figueras, cidade a 150 quilômetros de Barcelona, para visitar o gênio do surrealismo. Durante a refeição e em menos de uma hora, Dalí desenhou o que seria o logotipo da marca CHUPA CHUPS em um pedaço de jornal. Fez considerações a respeito da disposição do logotipo na embalagem do produto, sugerindo sua aplicação no topo da embalagem como uma coroa, facilitando assim sua visibilidade e dando maior força de exposição à marca. Surgia assim o famoso logotipo na forma de uma margarida estilizada da marca CHUPA CHUPS, seguido do slogan, em catalão, “És rodó i dura molt, Chupa Chups”. Ou seja, “É redondo e dura muito, Chupa Chups”. Forte, alegre e único, o logotipo provou que era universalmente popular e se tornou um ícone definitivo para uma marca mundialmente famosa. Nos anos seguintes, o logotipo foi sendo apenas modernizado, sempre mantendo sua forma original. A última alteração ocorreu em 1988.



Os slogans 
Life Less Serious. (2008) 
Moving your world. (2008) 
Chupa un Chups. (1958) 
Smoke Chupa Chups. 
Flavour that stick to you.



Dados corporativos 
● Origem: Espanha 
● Lançamento: 1958 
● Criador: Enric Bernat 
● Sede mundial: Barcelona, Espanha 
● Proprietário da marca: Perfetti Van Melle S.P.A. 
● Capital aberto: Não 
● CEO: Sameer Suneja 
● Presidente: Ubaldo Traldi 
● Faturamento: US$ 900 milhões (estimado) 
● Lucro: Não divulgado 
● Fábricas: 14 
● Presença global: + 150 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Segmento: Doces 
● Principais produtos: Pirulitos, balas e confeitos 
● Concorrentes diretos: Jolly Rancher, Dum Dums, Tootsie Roll Pop e Mister Pop’s 
● Ícones: O logotipo “margarida” 
● Mascote: Chuck 
● Slogan: Life Less Serious. 
● Website: www.chupachups.com 

A marca no mundo 
Os produtos da marca são comercializados em mais de 150 países ao redor do mundo, sendo que aproximadamente 90% das vendas se dão fora da Espanha. Hoje, a marca vende aproximadamente cinco bilhões de pirulitos por ano, que são produzidos em 14 fábricas espalhadas pelo mundo. Desde seu lançamento no mercado CHUPA CHUPS, que possui 34% de participação no mercado mundial desta categoria, já vendeu mais de 70 bilhões de pirulitos. Estima-se que um a cada três pirulitos consumidos no mundo seja CHUPA CHUPS. 

Você sabia? 
● Os pirulitos da linha original são feitos com ingredientes naturais à base de suco de frutas, sem corantes artificiais e com sabor prolongado. 

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Isto é Dinheiro), jornais (Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo do Marketing) e Wikipedia (informações devidamente checadas). 

Última atualização em 17/7/2015

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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

O medo de perder o emprego





Tive um pesadelo. Sonhei que estava com um medo absurdo de perder o emprego. Paura mesmo. No sonho, ia para o escritório e discutia com os colegas estratégias para reverter o resultado ruim. Planejava cortes profundos de custo. Propunha novos negócios. Falava com Deus e o mundo para melhorar as coisas. Tentava impressionar meus pares, meu chefe e o acionista. Era um sufoco. A cada toque do telefone, um arrepio na espinha. Será que vou dançar? Chegou a hora?

Ler os sinais virou outra doença. Qualquer coisa banal virava um motivo. Cruzava com alguém no corredor, o ser humano não dava bom dia, eu pensava: “Será que ele sabe de alguma coisa?” Alguém não aceitava o meu convite para tomar um café. Já vinha o mau pensamento embolado no sonho: “Ele está fugindo de mim?”

Em meu pesadelo, repetia uma série de comportamentos que vejo e ouço por aí. Quando acordei, o alívio. Eu não seria demitida. Como assim?

Sim, eu não seria porque já fui demitida. Não tenho emprego, nem crachá há quase um ano. Decidi me autocontratar para escrever. Escolhi me dedicar à gestão da minha pousada. Estou abrindo, como plano B e C, novas frentes de trabalho. Sem pátria, nem patrão.

A descoberta – você não pode ser demitida porque já foi — acabou com a minha sonolência. O alívio transformou-se em reflexão freudiana. Por que o meu inconsciente repetiu, um ano depois, o filme do medo de perder o emprego? Jung, talvez, diria que o inconsciente coletivo tem participação nisso. Recebo mensagens diuturnas sobre esse temor.

Converso com amigos e ouço histórias às vezes cômicas sobre o pânico que se instalou nas empresas. Uma amiga quase enfartou há 20 dias quando a chefe chamou-a para um almoço. O almoço não deu certo. A conversa foi adiada, adiada, adiada. Ela surtou. Passou o dia em pane, certa de que estava no olho da rua. No fim, não estava. Havia sido promovida. Mas a aflição era tanta que nem comemorou o novo cargo. Apenas festejou a manutenção contracheque.

O medo de perder o emprego é ancestral. Emprego é uma das formas primárias de vender algo – a força de trabalho – em troca de dinheiro. Em tempos de crise, o medo se torna epidêmico, patológico e coletivo. Faz sentido. Temer ficar sem sustento é racional e normal, especialmente quando não se tem reservas, casa própria, currículo e, principalmente, plano B. O desemprego amedronta. A falta de dinheiro gera perdas, brigas e conflitos. No limite, a expressão olho da rua pode ser literal. Perder o emprego, a casa, a família e o juízo como aconteceu com o casal da rua 14, personagens de uma história que contei.

Mas isso, perder tudo e virar sem teto, pode mesmo acontecer com você? Será que, às vezes, o nosso medo não fica maior do que o perigo? Será que exageramos por que o que está em jogo não é somente o dinheiro no final do mês? Decodificando o meu pesadelo, percebo que o pânico de perder o emprego, muitas vezes, extrapola a racionalidade, a necessidade e a sobrevivência. Ele pode estar relacionado a sentimentos mais profundos e escuros de perda, de dispensa, de rejeição. Isso acontece quando o emprego se transforma em razão e mote para a vida. E, agora, definitivamente não estou falando do contracheque.

Em meu pesadelo, eu revivia o pânico de ser rejeitada, de não ser eficiente e necessária. De ser descartável. Também sentia medo de perder algo querido. Tipo um amor, um companheiro, um amigo. Tipo um pedaço da minha vida. Quase doze meses depois de ser demitida de verdade, de ter mudado de vida e ter iniciado um novo tipo e formato de trabalho, o pesadelo significou um olhar pelo retrovisor para aquela pessoa que fui.

Eu era dedicada, era obcecada, era abduzida pelo meu emprego. Trabalhava para a empresa como se ela fosse minha. Por que fazia isso? Porque, no meu inconsciente, achava que ela fosse minha mesmo. Por falta de educação empreendedora, por falta de história de empreendedorismo na minha família, formada por funcionários e profissionais liberais, não sabia que podia viver por minha própria conta.

Precisava de um contracheque e de um crachá. Precisava de apoio, de certeza e de segurança. Precisava de pai, de mãe e de babá. Acho que cresci nos últimos 358 dias. Já estou indo para a escola sozinha. É um bom começo. Quer saber se eu ainda tenho medo? Claro que sim. Os maiores são de ladrão, de escuro, de hiperinflação, de montanha russa e, o mais recente, é de ficar sozinha na livraria na noite do lançamento do meu livro. 


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Revista EmbalagemMarca


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Sobre nós


A revista EmbalagemMarca é publicada pela Bloco de Comunicação, editora fundada em 1986 pelo jornalista Wilson Palhares. Lançada em junho de 1999, a publicação consolidou-se, rapidamente, como importante fonte de referência do setor de embalagens. Pautada pela ética, pela imparcialidade e pela alta qualidade gráfica e editorial, a revista logo conquistou a confiança de leitores e anunciantes. Não é por acaso que revista EmbalagemMarca é a que mais cresce no segmento.

Qualidade e prontidão de resposta

A Bloco de Comunicação, fundada em 1986, é uma empresa voltada para ações de Marketing Editorial e produtos de comunicação impressa em geral.

A experiência de seus quadros e o compromisso com a qualidade permitem oferecer um diferencial de atendimento que se traduz em prontidão de resposta às necessidades dos clientes e plena satisfação na área de Marketing Editorial.

Da produção de textos, fotografias e ilustrações, passando pela direção de arte e editoração eletrônica, até o acompanhamento gráfico a Bloco de Comunicação encarrega-se de todo o processo respondendo pela qualidade final dos produtos.

Experiência e competência

O fundador e diretor presidente da empresa, Wilson Palhares, é jornalista profissional com mais de quarenta anos de experiência, tendo atuado, entre outros veículos de comunicação, como editor em Exame, Veja e Playboy, e como repórter especial no Jornal do Brasil e na Folha de S. Paulo. Há vinte anos atua como jornalista especializado na área de marketing, período em que se aprofundou no estudo do mercado mundial de embalagens. Sob a supervisão de Wilson Palhares, uma equipe qualificada produz, mensalmente, a revista mais completa do setor de embalagens no Brasil.


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Wallace Oliveira Cruz


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Klin cria tênis com chip para rastrear crianças


Produto permite aos pais monitorarem os passos do filho à distância, por meio de um celular, com objetivo de gerar segurança. Ferramenta funciona em ambientes abertos e fechados

A Klin desenvolveu uma linha de calçados infantis que permite a inclusão de chips de rastreamento. O produto permite aos pais monitorarem os passos do filho à distância, por meio de um celular. A ferramenta funciona quase como um caça ao tesouro, em que o mascote da marca indica onde a criança se encontra. Assim que o adulto compra o tênis, recebe um informativo para instalar o aplicativo no smartphone que avisará caso o menor se afaste.

Em um campo aberto, o alcance máximo é de 60 metros, enquanto em um lugar fechado, como o shopping ou o supermercado, o alcance é de 20 metros. O Chip Klin funciona por meio de bluetooth e emite um som conforme a criança se afasta ou se aproxima. A inovação foi feita para levar mais segurança, tranquilidade e liberdade para a família.
Assista abaixo o vídeo sobre o funcionamento da tecnologia.
http://www.mundodomarketing.com.br/ultimas-noticias/34269/klin-cria-tenis-com-chip-de-rastreamento.html
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OX apresenta novas embalagens


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Já estão disponíveis no mercado as novas embalagens da OX. As linhas de xampu e condicionador OX Proteins Reconstrução Profunda, OX Fibers Liso Absoluto, OX Oils Nutrição Intensa, OX Vitamins, OX Cachos Controlados e OX Plants foram reformuladas.

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As embalagens foram desenvolvidas pela A10 com base em três elementos principais: sofisticação, atitude e relevância.
Uma das principais alterações da arte, o degradê, deixou a embalagem mais clean. Tendência na Europa e nos Estados Unidos, o degradê reforça os elementos sofisticação e atitude.

Todos os elementos foram readequados de modo a tornar a comunicação direta com os consumidores mais efetiva. Os benefícios e os nutrientes dos produtos ganharam mais destaque. No OX Colágeno, por exemplo, a palavra “Colágeno” pode ser rapidamente percebida, propiciando uma rápida identificação do produto por parte das consumidoras.

Outra mudança também pode ser percebida no novo formato da embalagem, que ficou mais arredondada.

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http://www.embalagemmarca.com.br/2015/08/ox-apresenta-novas-embalagens/


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