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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Como vai o conhecimento de produto de sua equipe?



Será que a equipe conhece "realmente" aquilo que oferece ao cliente? Será que é capaz de responder, prontamente, às perguntas de seus clientes? Será que inspiram a confiança no cliente para realizar sua compra?

Você já deve ter reparado que não há técnica de venda que funcione quando não se conhece aquilo que se está tentando vender. No mercado atual, ter especialistas para oferecer um excelente atendimento ao cliente, não é mais uma opção ou virtude de determinados pontos de venda. A concorrência pelo cliente elevou o nível de competição. Atualmente, o que é preciso definir é o nível de conhecimento que o profissional deve ter sobre o produto e/ou serviço. E não, se deve ou não ter.

Quando falamos de conhecimento de produto, soma-se também a habilidade de transformar informações técnicas em argumentos de vendas. Um cliente não quer "apenas" saber sobre a composição técnica de determinado produto, ele quer saber o que significa, em termos de diferenciais, e o que irá ganhar com isso.

Invista na real preparação de sua equipe, transferindo para ela os conhecimentos fundamentais para que façam mais e melhores vendas. Se eles conhecem mais, se sentirão mais seguros e poderão ser os profissionais que o cliente esperava que sejam ao entrar na sua loja.

Fechar uma venda pode ser uma questão de atitude!

Por que será que o fechamento da venda provoca tanta emoção nos corações dos vendedores? Por que será que tantos deixam passar o momento certo de tentar fechar suas vendas?

Um atendimento bem conduzido, geralmente, resulta em uma venda. Ou seja, muitas vezes o cliente irá dizer que vai comprar sem que o vendedor tenha que literalmente perguntar isso. Mas muitas vezes isso não acontece. E então?

Provavelmente, os vendedores não conseguem perceber os sinais de compra que o seu cliente emite. Isso requer preparo e técnica. É necessário executar determinados passos do atendimento para receber do cliente sinais que demonstrem que ele está pronto para a decisão de compra.

Além disso, é necessário uma dose de autoestima, autoconfiança e atitude. É impossível tentar ajudar alguém que não deseja para si o sucesso. Talvez esteja aí a resposta da razão dos vendedores novos terem mais sucesso que antigos. Embora eles conheçam menos sobre a loja, seus produtos e clientes, eles "querem muito" ser bem-sucedidos. Acho até que uma boa dose de motivação pode resolver, mas é a vontade interior do vendedor que irá movê-lo adiante.

Mostre o caminho, o passo a passo, de um atendimento eficaz para sua equipe. Treine com ela como percorrer esse caminho. Mostre que a vontade de fechar vendas muitas vezes é mais importante que a técnica a ser utilizada.

Boa sorte e boas vendas.


Fernando Lucena é consultor e presidente do Grupo Friedman, empresa de consultoria e treinamento em varejo.

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10 expressões que você NÃO deve usar no seu perfil do LinkedIn


"Responsável", "motivado", "apaixonado"... Você é. Que tal pensar no que te faz diferente de outros profissionais?

BRUNO FERRARI 16/07/2015 - 15h18 - Atualizado 16/07/2015 17h21



Abre linkedin (Foto: Thinkstock)


O perfil do LinkedIn tornou-se um dos principais atalhos para quem busca por um emprego em empresas de diferentes portes. As ferramentas oferecidas pela rede social aos departamentos de RH permitem que recrutadores te encontrem mesmo que você não esteja procurando um emprego. Isso é ótimo, desde que o seu pefil esteja "nos conformes", como diria a minha avó. 
Antes de entrar no assunto do título, vou assumir que você já se preocupou com as seguintes regras básicas: 
Tenha um perfil com foto
Perfil sem foto = desleixo.
Use uma foto sóbria
Sabe aquela foto que você bate o olho e pensa na música "Sou praieiro, tô solteiro, quero mais o quê?". Aquela com roupa de banho na praia, "posudo" do Rayban ou segurando uma garrafa de vodka na balada. Pois é, guarde-a para o Facebook.

O perfil é individual
Ainda no quesito foto, lembre-se: é o seu perfil e não o da sua família. Usar como imagem de pefil uma foto dos filhos, uma selfie romântica ou do cachorro não é uma estratégia das melhores para conseguir uma vaga. Mesmo se for para veterinário.
Sem erros gramaticais
Meio óbiviu, né? Çe esta inceguro sob um palavara ou frasse, use o dicionário ou encontre a grafia certa no Google (só cuidado que tem muito resultado errado). Se for publicar o perfil numa língua estrangeira, vale pagar para uma pessoa nativa do país revisar o texto. Por mais fluente que você possa ser, vez ou outra passa uma preposição errada.
Cuidado com o currículo "Nelson Rubens"
"Eu aumento, mas não invento". O bordão do apresentador só funciona no mundo das fofocas. Se o entrevistador perceber que você deu aquela "calibrada" numa habilidade (por exemplo, dizer que sabe falar seis linguas com fluência), é provável que você seja eliminado do processo.

Sem muita "egotrip" 
Dica do Linkedin: seja menos descritivo e mais voltado a resultados. Mostre a diferença que você fez em cada empresa que trabalhou. Use uma linguagem natural e mostre quem você é.
As 10 expressões que você deve evitar
Dito isso, o LinkedIn publica anualmente uma lista de expressões "da moda" que estão mais em alta nos perfis - e em baixa nos processos de recrutamento. São palavras que nada acrescentam, os clichês, que não ajudam a te diferenciar de outros candidatos. Pelo contrário, te jogam na vala comum da turma que ainda diz "a nivel de" (ai!), "no final do dia" (ui!) e "agregar valor" (cruzes!):
Olha só que bacana o que diz Fernanda Brunsizian, gerente sênior de comunicação do LinkedIn no Brasil. "O perfil do LinkedIn, em oposição ao CV profissional, permite que você crie mais e use recursos audiovisuais para mostrar os seus resultados. É uma forma de comunicação mais próxima, mais "quente". Usar palavras tradicionais e expressões muito batidas faz com que o usuário perca a potencialidade da plataforma."
Bom, sem mais delongas, vamos às palvras com alguns comentários...
1.    Responsável
Já viu alguém dizer no currículo que é irresponsável?
2.    Estratégico
Me lembrou o Capitão Nascimento: "O conceito de estratégia, em grego strateegia, em latim strategi, em francês stratégie... Os senhores estão anotando?" Zzzzzzzz.
3.    Criativo
Ok, Mr. Steve Jobs!

4.    Sólida experiência
A minha é líquida e gasosa.
5.    Extensa experiência
Do tamanho do Rio Amazonas.

6.    Experiência internacional
Serve para quem trabalhou como o Pluto na Disney World ou liderou um time de 30 estrangeiros numa startup bilionária com sede Telaviv.
7.    Especializado
É meio o que você vira quando faz um curso técnico ou uma faculdade, não?
8.    Planejamento estratégico
Imagina o especialista no planejamento não-estratégico. Aquele que marca reunião para falar sobre o que será discutido na próxima reunião, que definirá os parâmetros de como serão feitas reuniões a partir da reunião derradeira.

9.    Apaixonado
Ounnnn!
10.  Motivado
Estou tão desmotivado com essas expressões que nem vou comentar essa.

Tem dicas, sugestões de temas ou dúvidas tecnológicas? Mande e-mail para bferrari@edglobo.com.br 
http://epoca.globo.com/vida/experiencias-digitais/noticia/2015/07/10-expressoes-que-voce-nao-deve-usar-em-seu-perfil-no-linkedin.html
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quinta-feira, 16 de julho de 2015

Polishop



         
Experimente ligar a televisão e começar a zapear pelos canais. É inevitável. Por mais que você não queira, vai se deparar com os vendedores da empresa POLISHOP mostrando produtos que, no programa, só faltam fazer mágica e que nos levam a acreditar que não podemos viver sem eles. “Novas ideias facilitam sua vida!”. Este é a filosofia da POLISHOP, uma das mais bem sucedidas e maiores empresas de marketing direto da América Latina, reconhecida pela criação de marcas de sucesso e lançamento de produtos inovadores que se destinam a facilitar a vida do consumidor.

A história

A história começou quando Carlos Agostinho Pires da Cruz, mais conhecido como Gugu da Cruz, apresentou a João Appolinário, formado em administração e que havia sido dono de empresa de confecção, sócio de uma rede de fast-food chinesa e também da rede de academias de ginástica Runner, uma grande oportunidade de negócio. Em 1994, Gugu, genro de Emerson Fittipaldi, participava de um almoço entre o piloto e o executivo da Globo Internacional Ricardo Salamandré, em Miami. Os dois pretendiam trazer ao Brasil um produto que fazia o maior sucesso nos Estados Unidos, o Seven Day Diet, uma espécie de dieta criada pelo nutricionista americano Gary Smith. Inicialmente eles queriam vender o produto na rede de farmácias Drogasil, mas não conseguiam as licenças para trazê-lo ao país. Depois de conseguir a liberação do produto, montou um plano de negócios com todos os investimentos que seriam necessários, aproximadamente US$ 1 milhão para criar a empresa.

O empresário levou o projeto para Fittipaldi e ele disse que só entraria no negócio com a imagem, não iria desembolsar um tostão sequer. Gugu, então, procurou João Appolinário, que enxergou uma grande oportunidade de ganhar dinheiro. Foi um fenômeno de vendas. Em apenas seis meses, todo o investimento já havia sido recuperado e a empresa já dava lucro. O modelo de negócios foi o embrião da POLISHOP. Eles anunciavam em revistas e na televisão e vendiam o tal do shake por meio do call center. Sempre visionário, João Appolinário vislumbrou a oportunidade de trazer outros produtos inovadores para o Brasil e fundou a POLISHOP em 1996. Rapidamente a nova empresa ampliou o seu mix de produtos ofertados diariamente através de infomerciais, catálogos e internet.

A estratégia inicial da POLISHOP foi literalmente “grudar na mente” dos clientes, bombardeá-los com seus produtos e vencê-los pela insistência. A empresa comprava os chamados calhaus, espaços em horários que ninguém quer, por preços baixos, uma política impregnada em seu DNA desde começo.


         
Em 2003, a empresa inaugurou suas primeiras lojas, que além de proporcionarem maior credibilidade para o negócio, serviam para mostrar aos céticos que aqueles produtos funcionavam. As lojas POLISHOP eram um espaço cheio de inovações e exclusividades de grandes marcas, onde o público tinha a oportunidade de conferir a demonstração do produto, aprender suas funções e variadas formas de utilização antes de adquiri-lo. O sucesso foi tanto que nos anos seguintes outras dezenas de unidades foram inauguradas pelo país. A partir de 2008, a POLISHOP iniciou seu processo de internacionalização começando a atuar na Argentina, Espanha, Peru e Chile, coroando o bem-sucedido modelo de negócios traçado pela empresa no Brasil ao longo dos anos.
        
Recentemente a empresa colocou em prática um projeto piloto de vender seus produtos porta a porta. Batizado de pessoa a pessoa, a experiência teve início no Estado de São Paulo com 300 vendedores, utilizando o método adotado por empresas de cosméticos como Avon e Natura, mas com uma vantagem: material didático que incluem vídeos.





         
A marca no mundo

Atualmente a POLISHOP, que possui aproximadamente 120 lojas espalhadas por 19 estados brasileiros mais o Distrito Federal, dois mil funcionários e, segundo estimativas de mercado, fatura cerca de R$ 1 bilhão por ano, comercializa seus produtos também através da internet, telefone, catálogo e infomerciais. Somente na televisão a empresa possui um canal 24 horas e compra mais 90 horas por dia na grade de programação de outras emissoras. O call center trabalha 24 horas e dispõe de 2.5 mil linhas telefônicas.

Você sabia?

● Aproximadamente 1.5 milhões de revistas da empresa são distribuídas mensalmente, além das faturas do cartão de crédito que vêm acompanhadas de um folheto de compras da POLISHOP.


Por Blog Mundo das Marcas - www.mundodasmarcas.blogspot.com.br
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Isto é Dinheiro, Veja, Exame e Época Negócios), sites especializados em Marketing e Branding (Mundo do Marketing), e Wikipedia (informações devidamente checadas).

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Lojas Pão de Açúcar oferecerão pratos prontos, tapiocas e sushi



Pão de Açúcar moderniza e reinaugura suas lojas de Copacabana e do Flamengo.


Os moradores dos bairros de Copacabana e do Flamengo contarão com duas novidades a partir desta sexta-feira, 10 de julho: as lojas Pão de Açúcar Siqueira Campos e Pão de Açúcar Marquês de Abrantes serão reinauguradas, trazendo novidades em serviços e oferecendo um ambiente ainda melhor aos clientes. 

A filial de Copacabana oferecerá o serviço de atendimento de queijos e vinhos. Os especialistas darão dicas e tirarão dúvidas de seus clientes sobre os produtos, além de indicar harmonizações. A loja Marquês de Abrantes já tinha esses dois serviços, porém disponibilizará um novo suporte, o Consultor de Clientes, que dará um atendimento personalizado e ajudará os clientes em suas dúvidas durante as compras. 

E como a gastronomia e os bons momentos da vida são levados a sério pela rede, na hora do almoço, a loja Pão de Açúcar Siqueira Campos passará a oferecer um serviço de pratos prontos (refeições) e lanches. A loja Pão de Açúcar Marquês de Abrantes também será incrementada com a ampliação do Espaço Café. Neste local, será produzido e servido sushis, tapiocas de vários sabores, além do famoso café retrô, aquele da vovó que era passado no coador de pano, deixando o café com o sabor mais acentuado.

[http://www.falandodevarejo.com/2015/07/lojas-pao-de-acucar-oferecerao-pratos.html]
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domingo, 12 de julho de 2015

Como transformar perguntas em vendas



Por Jaques Grinberg Costa

As perguntas que vendem são perguntas inteligentes, que devem identificar o perfil do cliente para depois levantar as necessidades e o seu objetivo. Com essas informações é possível conduzir o cliente, através de novas perguntas, a encontrar o produto e/ou serviço desejado.

Veja cinco exemplos de perguntas que vendem:

1º - Gostaria de deixá-lo à vontade para tomar a melhor decisão...
Mas, enquanto isso, você poderia me emprestar o seu documento para ir preparando a proposta e verificar se consigo um brinde exclusivo?

2º - Já pensou que são poucos os que já possuem este produto e/ou serviço tão diferenciado?
O que os seus amigos irão pensar quando disser que você já comprou?

3º - Quanto vale solucionar o seu problema?
Você realmente ainda acha caro ter a solução do seu problema com o nosso produto e/ou serviço?

4º - Está indeciso sobre qual dos dois sapatos adquirir?
Se existisse uma oportunidade de adquirir os dois pares agora, qual seria esta oportunidade?

5º - O Sr. gostou deste produto e/ou serviço mas tem dúvidas!
O que o Sr. poderia fazer para acabar com tal dúvida?

Guarde as respostas do seu cliente, durante a negociação podem surgir objeções. As respostas são fantásticas para desenvolver argumentações e contornar as objeções, que muitas vezes são desculpas. Agora veja um exemplo de como aproveitar as respostas para desenvolver argumentações por meio de novas perguntas que vendem.

Está indeciso sobre qual dos dois sapatos adquirir?
Resposta: Estou, não sei qual levar...

Você tem trabalhado muito nos últimos meses?
Resposta: Sim, não está nada fácil...

Se existisse uma oportunidade de adquirir os dois pares agora, qual seria esta oportunidade?
Resposta: Não sei! Acho que precisaria economizar nos próximos meses. Irei pensar e volto depois...

Você comentou que trabalha muito, parece uma prima da minha esposa. Ela sempre aproveita para se dar bons presentes, mesmo que também tenha que economizar nos próximos meses, não gosta de perder oportunidades.

Você também merece, que tal presentear-se com os dois pares de sapatos?

Resposta: Verdade! Irei levar os dois pares, parcela em quatro vezes?

http://www.varejista.com.br/artigos/atendimento-ao-cliente/1293/como-transformar-perguntas-em-vendas


Jaques Grinberg Costa é apaixonado pelos temas empreendedorismo, vendas, atendimento e fidelização de clientes. É empreendedor, palestrante, escritor e coach.
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